Archive for Julho 2013

Mary Lambert

30 de julho de 2013

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Mary Lambert - I Know Girls Mary Lambert - Forget Me

Isto emocionou-me

29 de julho de 2013

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Quase que gritava Habemus Papa! Mas faltou o quase. . .

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Pope Francis: Who am I to judge gay people?

Mas... não é mau, não é mau. É menos mau. Como declaração de princípios não é mau. Há que começar por algum lado. 

1000 Papas de mão dada no fundo do mar são um bom princípio... 

Horas mais tarde tropeço nisto e grito, sim, Habemus Bispo!

Pet Shop Boys – It’s a Sin

Do refrão se faz canção inteira

27 de julho de 2013

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Mary Lambert – She keeps me warm

Hum... a letra, coitadita, podia ser melhor...

Sampha

26 de julho de 2013

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Estás aqui. . .

24 de julho de 2013

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Cansadinhas do Passos Coelho e Companhia mudamos do telejornal da Sic para o Campeonato Europeu de Futebol Feminino na EuroSport. Claro que não sem ela ameaçar “estás aqui estás a apanhar!”. Entretida com o jogaço que as Suecas estavam a fazer contra a Alemanha dou por ela a dizer, sempre que apareciam as catraias em plano mais próximo: “é gira”, “também é gira”, “muito gira”, “hum hum”...

... bem bem, alguém estava aqui, estava a apanhar e, definitivamente, não era eu...


... mas taditas das Suecas. Mereciam ganhar... 

Mas ao mesmo tempo que me exaspera. . .

21 de julho de 2013

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Teimosa que nem um arrocho! *

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Hospital? Não, que tem medo de injecções. 
A dor? Continua. Hoje um bocadinho melhor mas continua. 
Mulher teimosa, caneco!




* Expressão típica de Castelo Branco que significa teimosa que nem uma mula. Ela usa muitas expressões da térrinha. No início, muito no início, eu pensava: “não percebo o que queres dizer com isso mas és gira como o raio...” 
Hoje já as entendo e até já as uso.

E continuo a achar que ela é gira como o raio. 

Das folgas

20 de julho de 2013

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Quando não se avariam os electrodomésticos avariamo-nos nós. Se a teimosa da minha mulher não estiver melhor do ombro – que lhe tem doído toda a semana e hoje de forma bastante aguda – amanhã visitamos o Hospital. À conta dos pills que tomou para a dor, estava a contar chegar a casa e encontra-la a levitar sobre uma densa nuvem de fumo de incensos mas... estava a dormir. Ferrada. 

O Livreiro como potencial homicida. . .

18 de julho de 2013

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Fazer uma reserva de livros escolares obedece a regras muitos simples. O encarregado de educação traz a lista dos livros que precisa, preenche uma ficha onde indica qual é o nome do aluno, qual é a escola que vai frequentar, qual o ano e quais os contactos.

Num mundo ideal, num mundo perfeito e minimamente civilizado, todo o ser humano com crias em idade escolar saberia as regras e procuraria cumpri-las. Não são complicadas e são muito do senso comum. Há coisas demasiado óbvias para serem contestadas.

Mas não. Não. Claro que não. Claro que, perante tudo aquilo que é óbvio há quem ache que, só porque sim, tem todo o direito de reclamar ou fazer birra.

Dentro da minha cabeça dou respostas lindas às birras dos meus clientes... e não são tão... hum... floreadas como os exemplos em baixo...

Tenho de preencher isto? Não basta deixar a lista?
[Basta. Temos um sistema de identificação de impressões digitais e isso é o suficiente para depois a avisarmos de que a sua encomenda está pronta. Ah, e somos mestres em telepatia. Também não precisa deixar o contacto.]

Mas tenho de preencher? O ano passado não era nada assim.
[Pois, não devia ser. O ano passado foi quando partiu as mãozinhas, não foi? Não podia escrever, pois coitadinha...]

Ai tenho de trazer lista? Pensei que era só dar o nome da escola e o ano...
[Sim, e também vamos buscar as notas do seu filho e assinamos termos de responsabilidade para visitas de estudo e zelamos pelo bem estar da amante do seu marido. E até faríamos o jeito – porque somos uns gaj@s porreir@s - de verificar se as listas estão publicadas no site da escola se não soubéssemos já que a escola em questão ainda não actualizou as mesmas.
E se perante essa justificação ainda me olha com cara de tacho e quase a dizer que a culpa de todos os males do universo é minha tem sorte de não lhe sugerir que, já que a escola fica ali a dois passos, o melhor é pegar no rabo e ir cumprir o seu dever de educador]

Vocês têm as listas, não têm?
[Neste momento só mesmo a das compras que tenho de fazer no supermercado mas arranjo-lhe a dos prémios Nobel]

O que é isto do Estabelecimento de Ensino?
[Duh?!?!? Tanto que me apetece exclamar isto, bem alto, quando são as marmanjas das crias com Iphone e Ipod e Icarago com app para tudo e mais alguma coisa – menos para as coisas banais da vida - a perguntar-me isso. Andam aqueles pobres pais a gastar dinheiro em livros para quê?]



Isto já não vai lá com dicionários da Porto Editora. Vou ver se ainda se arranja o Dicionário da Academia das Ciências de Lisboa. 

Não há condições!

17 de julho de 2013

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Como é que uma mulher pode trabalhar sossegada se levanta os olhos e vê, na mega televisão que lhe fica no campo de visão, as Suecas a correr atrás das Italianas, as Italianas a correr atrás das Suecas, todas a correr atrás de uma bola...


... este é um post da categoria do “estás aqui estás a apanhar...” 

Apparat

16 de julho de 2013

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Ouvir Apparat será sempre uma experiência embrulhada em emoções contraditórias. Está impregnado de ti que mo deste a conhecer e impregnado de perda porque foi a banda sonora dos dias que precederam a partida da minha mãe. Talvez por isso signifique para mim a vida e os seus extremos e aquilo que de entremeio se lhe queda e que sou eu.


Parece que esta altura o pede sempre para ouvir. Só um pouquinho de cada vez. Todos os anos se inicia em mim esta espécie de contagem decrescente e já não tento contraria-la. Faz parte. É como se, tendo presente os dias e os momentos, pudesse tocar-me o ombro, o meu ombro de então, e me pudesse dizer baixinho ao ouvido: “Tem calma. Vais conseguir sobreviver a isto”. 

Nicolas Jaar

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& It Was U

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Farta de electrodomésticos com mau génio

13 de julho de 2013

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O update semanal indica que a máquina de lavar roupa já voltou a funcionar às mil maravilhas. Os homens das obras é que, de tanto a tirarem e porem no sítio, acabaram por ligar mal os tubos.

Hoje, por coincidência também de folga – as minhas folgas parecem estar condenadas – acordei, tardííííííssimo, para uma arca congeladora tão cheia de gelo que não fechava. Tudo bem que a culpa foi nossa que a deixámos mal fechada mas tenham dó. Não há nada mais estúpido na vida do que estar de joelhos, com o secador de cabelo em riste, investindo contra blocos de gelo na tentativa desesperada daquilo derreter mais depressa...


Na próxima folga vou para um Hotel... 

... e agora vou ter com ela. 

Hoje jantamos fora, não vá o fogão lembrar-se... 

Sadistic bastard

12 de julho de 2013

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Hilariante! Até tenho medo de continuar a ver a season 3... 

Paul Theroux

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Disse-me um Adivinho” foi dos livros mais divertidos e instrutivos que li nos últimos anos. Agora faço a viagem ao contrário usando outros olhos para me guiarem. Tenho a impressão de que a aventura vai ser, também, para não mais esquecer. 

It feels like something

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Saber-te é, às vezes, perto da perfeição.

A Gaiola Dourada

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Será para ter medo? Muito medo? Mas tem a Rita Blanco... por isso, se calhar... buenas noches! 

Amigos com piada. . .

11 de julho de 2013

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...que nos trazem lembranças giras de Londres. 

I Follow You Deep Sea Baby

10 de julho de 2013

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Da condição feminina

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Também a ler “Teresa e Isabel” de Violette Leduc – a tal novela tanto tempo censurada e tão tardiamente publicada – ocorreu-me ir ver em que ano foi publicado “Sexus” de Henry Miller. E qual o meu espanto – ou não – quando a wikipedia me revela que foi publicado em Paris – espantemo-nos com a cidade – em 1949. E espantemo-nos com a cidade porque, cinco anos mais tarde, no mesmo local das luzes e da modernidade, Violette Leduc vê recusada a publicação da sua novela. O porquê já sabemos. É um porquê que continua com amarras bem presas nos dias de hoje.

Leduc era mulher. Primeiro ponto. Bastaria apenas este.
Segundo ponto, Leduc era mulher e era lésbica.
Terceiro ponto, Leduc era mulher, lésbica e falava sem pudor e em pormenor da sexualidade e sensualidade femininas.
Quarto ponto, Leduc exultava o prazer feminino. Como podia tal?
Quinto ponto – que deve ter feito muita confusão na cabeça daqueles homens – Leduc exultava o prazer da mulher às mãos de outra mulher.
Sexto ponto, Leduc falava da sua própria experiência. A definitiva ousadia.

De Henry Miller diz-se que não há escritor mais honesto. Talvez. Não sei. Tinha vinte anos e consegui ler metade de “Sexus” – nunca mais lhe peguei. Talvez fosse o escritor mais honesto mas mesmo que não fosse era meritório desse elogio pelo simples facto de ser homem e falar despudoradamente do seu pénis murcho incapaz de perform – entre homens não há honestidade mais crua. E não está mal, não é o seu talento que está em causa mas a forma como se fazia – e ainda se faz – a escolha do que é bom e do que não vale a pena. Num mundo fálico, o editorial também, é óbvio sobre quem recai a escolha e o escárnio com que se deita ao lixo o que, para eles, não presta. Para com a mulher continuam a ter certa condescendência. 

Sou levada a pensar que a novela de Leduc não foi tanto censurada pelo seu conteúdo e pelas suas descrições mas por receio de que a sua revelação levasse à libertação da consciência da mulher e à reclamação dos seus direitos como ser sexual. É uma bela teoria da conspiração, não?


Não sou feminista ferrenha mas tendo a ser cada vez mais feminista. Sou-o por observação – salvo raras excepções - do comportamento masculino no meu local de trabalho e pelo comportamento masculino de uma forma geral. Sou-o também pela observação de um determinado comportamento feminino mas isso são outros quinhentos. A verdade é que isso da igualdade, volta e meia, faz-me rir. 

Do Policial Nórdido

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Stieg Larsson colocou a fasquia muito alta. E é chato quando queremos encontrar substitutos e não há quem lhe chegue aos calcanhares.

Já li Camila Lackberg e Lars Kepler mas não me convenceram. Agora estou a terminar Karin Fossum, a dita senhora do crime Norueguês. Ainda não decidi se gosto ou não. É um romance estranho, o que me leva a concluir que os noruegueses são estranhos, mas é, ainda assim, um romance que está noutra dimensão; muito superior a Lackberg e a Kepler.


É um policial de ambientes - desolados – que nos faz entranhar debaixo da pele das personagens e nos leva, contra a nossa vontade, a criar empatia com elas; como se nos reconhecesemos um pouco iguais no dano que a vida nos provocou e na constatação do facto de que a resiliência não opera em todo o espectro da alma. 

Da preguiça

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Tenho a impressão de que ela, antes de sair para o trabalho, me pediu para comprar Raid porque estávamos com uma invasão de formigas... mas agora que me levantei não encontro formigas em lado nenhum, o que significa que sonhei isso tudo. Tenho de lhe perguntar... sob risco de ser gozada durante os próximos seis meses...

Apetecia-me sair e fazer qualquer coisa de útil mas sempre que me levanto do sofá ele começa a chorar convulsivamente.  Não o posso abandonar à sua triste agonia.  

Ler, ver um filme, trabalhar no Photoshop... pim pam pum... talvez dormir uma soneca.

E alvíssaras, hoje está quase frio!


Adenda: há formigas, há. Estavam todas escondidas dentro do açucareiro...
Adenda 2: se havia formigas no açucareiro... e se da primeira vez que tomei café não reparei - porque estava podre de sono - então... é mais do que provável que tenha bebido formigas... 
Adenda 3 - se bebi... souberam-me a pato... 

Coisas que me irritam profundamente:

9 de julho de 2013

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- a caneta com que escrevo melhor e com a qual mais gosto de escrever e que defendo - à força de rosnar - das mãos alheias aka  “senhores meus colegas”;  cair, para castigo e por castigo, de bico no chão. 

Volta Paula, que estás perdoada

7 de julho de 2013

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Não há nada de que mais sintamos falta no Domingo à noite do que do Câmara Clara da Paula Moura Pinheiro. O novo formato de magazine cultural com a Filomena Cautela não nos convence e amiúde irrita-nos. Falta aquele savoir faire com extraordinário bom gosto da equipa do Câmara Clara. Nem sempre os temas nos interessavam e nem sempre a Paula Moura Pinheiro estava no seu melhor mas houve programas brilhantes. Absolutamente brilhantes. E o grafismo das peças de reportagem valiam por tudo. Não há nada igual e duvido que volte a haver. 

Alguém conhece um Pai de Santo?

6 de julho de 2013

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Primeiro foi o esquentador que avariou.
Entretanto já foi substituído.

Depois deu a travadinha à televisão.
Entretanto, o Poltergeist que nela habitava parece ter emigrado.

Agora temos a máquina de lavar a roupa possuída por uma entidade vesga.
Mete água mas o tambor não roda...

Até tenho medo de pensar no que poderá ser a seguir... 

Pelo direito a existir

4 de julho de 2013

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Silly day

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Dia de folga com um calor infernal e eu fechada em casa à espera de um homem que era suposto ter vindo ver os canos da varanda. Ela manda-me mensagens a dizer que acabou de vender creme de vinho do Porto e, claro, respondo-lhe à altura... 

... pode-se fazer muita coisa com creme de vinho do Porto... 

... po-lo no pão, por exemplo... 

... e isso... 

Os winds of change do Nepal

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Things to wait for

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Nem nos meus wildest dreams...

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... julguei possível tal palhaçada. E toda a minha adolescência foi passada sob o jugo dos governos de Cavaco... o que foi mau... mas... apesar de tudo, não tão absurdo... 

Abriu a época da caça

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Objectos e/ou outras coisas que deverão manter afastados de mim nos próximos 3 meses:

- Dicionários da Porto Editora, independentemente da cor e do tamanho;
- X-actos;
- Tesouras, incluindo as que não cortam;
- Lápis afiados e canetas de bico fino;
- Agrafadores, com ou sem agrafos;
- Estagiários peso-pluma que possam ser arremessados sem dificuldade;
- Estagiários nem por isso peso-pluma mas que, após esforço, possam voar pelos ares;
- Pais que se demitem das suas funções (que nem sequer passam na escola a pedir a lista dos livros) e que só falta exigirem que sejamos nós, livreiros, a educar os seus filhos.

É que não há pachorra para tanto “deixa estar que eles resolvem...” 
E isto ainda só agora começou...