Archive for Setembro 2013

Afinal havia outra

30 de setembro de 2013

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O original aqui. Gosto desta versão do George Michael… se calhar um pouco mais do que da do Bon Iver.
 

Humilhação e Glória

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Acabei de ler “Humilhação e Glória” de Helena Vasconcelos e recomendo-o. Devia ser, inclusive, leitura obrigatória para todas as mulheres. Para que saibam de onde vêm e para onde vão.

Tem um único senão: deve ser lido em casa a horas que proíbam saídas impulsivas à procura de vingança. Não se recomenda a leitura em público sob risco de sair disparado das vossas mãos em direcção à testa de algum homem inocente.  

Superfície

29 de setembro de 2013

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Parece que passei os últimos três meses numa mina.
 

This is Major Tom

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Começo as férias com um murro no estômago. As coisas que acontecem só aos outros acontecem também perto de casa, aos nossos. Temos de estar atentos, temos de estar ligados. Numa época em que a comunicação é o mote e a inspiração temos de rebentar a bolha para onde esse conceito nos remete e isola e conectar-nos realmente. A vida não pode ser apenas contada e ter valor pelos posts do facebook – há tanto que fica por dizer nas entrelinhas dos smiles – há que estar cara a cara, há que escutar a voz sem a interferência de um satélite, há que perceber no semblante e no olhar o que fica por dizer depois de todas as palavras proferidas. Há que estar presente. Há que reservar uma parte do dia – por diminuta que seja – ao cuidado de saber como estão os outros; sair de nós, perceber o que nos rodeia, fazer parte do mundo, fazer parte dos outros, fazer ligação à terra.

A vida por si só é uma grande surpresa e quando as más acontecem às vezes é tarde demais. Temos de prevenir o tarde demais. Temos de estar atentos. Temos de cuidar uns dos outros.

Transição

27 de setembro de 2013

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I Shall Believe - Sheryl Crow

O bom do Outono, dos dias curtos e frios – transposta esta sensação de tristeza que sempre me acossa na mudança de estação – é que vamos poder estar mais agarradinhas no sofá e na cama. 

Gimme Your Love

20 de setembro de 2013

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Celebrar-te

17 de setembro de 2013

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Manter-te viva no colo desta saudade imensa.

Traces of you

13 de setembro de 2013

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Todos os anos acho que vai ser diferente mas no dia exacto em que te começas a descontar de mim sinto-me sempre como se estivesse naquele corredor escuro onde apenas se escutavam os meus passos e ao fundo do qual já te preparavas para partir.

É certo que a dor se atenua mas o espanto... o espanto acho que aumenta. Estavas, já não estás e eu ainda me sobressalto. Acho que vai ser sempre assim.


Mais quatro dias e começa um novo ciclo. 

Rotinha, rotinha

12 de setembro de 2013

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Lianne La Havas - Au Cinéma



Programa despertar

11 de setembro de 2013

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No mês em que mais precisava de dormir sossegadinha, para me aguentar em pé, tenho homens a martelar no telhado e homens a martelar na varanda. Se isso não bastasse, os homens do telhado têm um rádio sintonizado na Rádio Renascença que vomita música e pérolas de sabedoria desde as 8:30 da manhã. Não me falta, por isso, incentivo moral para enfrentar os agrestes progenitores

Blue birds

10 de setembro de 2013

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Hoje entrou um pássaro no back-office e por momentos nada mais importou no mundo do que liberta-lo. Foi bom para nos lembrarmos de que existe vida e sanidade depois desta campanha demoníaca. 

O meu caminho é por onde vais

8 de setembro de 2013

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Tenho a impressão de que, naquele verão de há seis anos, aconteceu tudo. Tudo o que pude controlar e tudo o que me fugiu do controlo.
Foste-me acrescentada quando a vida arrancava parte de mim e, às vezes, parece-me que o acaso de nos termos encontrado foi engendrado para que em mim – ou em nós - não desabasse tudo.
Há dias em que parece que carregamos sobre os ombros o peso de mil anos mas não há cansaço que sobreviva ao teu abraço. Ainda me espanto, às vezes, pelo teu olhar que se cruza com o meu e pelo sorriso que me aflora ao canto da boca. Pertences-me e eu pertenço-te e com essa entrega somos livres.
O caminho até aqui nem por isso foi fácil mas tivémos a coragem de o fazer e se te amo é também por isso. Pela perseverança apesar do medo.
O que te posso prometer continua a ser este amor calmo que temos e as tiradas patetas que, volta e meia, te fazem rir à gargalhada.
A minha casa é em ti e a vida só existe porque tu estás.

Parabéns a nós!!


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Mafalda Veiga – Imortais | Tiago Bettencourt – Canção Simples | Sara Tavares – Quando dás um pouco mais | Tom Jobim – Chega de Saudade | Michael Bublé – Everything | Texas – When we are together

Só corridos à estalada. . .

6 de setembro de 2013

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Quem trabalha com o “grande público” acaba por tomar contacto com uma amostra bastante significativa da população de um País. Em termos estatísticos é possível obter, ainda que de forma muito pouco cientifica, uma ideia daquilo que somos e da forma como os comportamentos individuais influem no nosso destino colectivo.

Ao trabalhamos com outras instituições verificamos também que existe um efeito dominó com contornos de desgraça que está enraizado na forma como fazemos as coisas. Não as fazemos bem logo desde o inicio e contamos que seja sempre o próximo na cadeia alimentar a resolver os problemas que tiveram origem nas nossas decisões – ou falta delas.

Quando se fala em crise de valores existe efectivamente uma crise de valores. E os nossos problemas, obviamente económicos, agravam-se - se é que não têm origem - na forma como achamos que podemos seguir pela vida impunes, reclamando direitos imaginários e recusando cumprir deveres básicos, basilares, essenciais ao correcto e justo funcionamento das sociedades.

Nestes últimos dias os meus colegas e eu temos ouvido coisas assustadoras, de tão absurdas, da parte de alguns clientes. E porque as “pérolas de sabedoria” têm surgido de todo o lado não se pode imputar apenas a um grupo social a culpa por todos os males. A falta de bom senso é transversal a toda a sociedade; tão estúpido é o pobre como o rico. E é assustador.

É assustador porque, na maior parte do tempo, sinto que “estamos entregues aos bichos” e que resistir - tentando ser coerente, correcto, bom cidadão e bom trabalhador – cada vez mais parece não valer a pena.

Anda me indigno muito e acho que é essa capacidade para ainda me indignar que me tem permitido não perder a perspectiva daquilo que é correcto e daquilo que está errado;  mas temo que um dia as coisas deixem de me ser assim tão importantes e eu faça como os outros e apenas encolha os ombros e siga no meio do rebanho. E no meio de tudo o que assusta é isso o que temo mais: deixar de me importar..


... porque às vezes dá mesmo vontade... 

Do pecado. . .

2 de setembro de 2013

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Hot Dog

Hoje, FINALMENTE, fomos ao médico. O diagnóstico era o que se esperava: ombro com contratura e tendinite. Mrs Teimosa vai andar a tomar um anti-inflamatório novo e mais forte com recomendação de fisioterapia se não melhorar.

No caminho para casa e porque há festa na freguesia não resistimos e “jantámos” ali mesmo.


O inferno deve estar cheio de boas intenções relacionadas com dietas... mas a verdade é que não comia um cachorro-quente há anos... e soube-me pela vida. Ela disse o mesmo das suas bifanas. 

P.S - A foto tem legenda... 

Inventário's aftermath

1 de setembro de 2013

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Sam Smith - Nirvana



Este inventário de Agosto continua a parecer-me, mesmo depois de tantos anos, uma coisa que apenas loucos varridos são capazes de fazer... isso e aturar pais aos berros. Entre uma coisa e outra venha o diabo e escolha. 

Até as pontinhas dos dedos me doem.