Archive for Dezembro 2013

Happy

31 de dezembro de 2013

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Resoluções de ano novo

30 de dezembro de 2013

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Tenho um amigo de longa data que, sempre que estamos juntos, me diz: “Ah e tal, tens de te cumprir!”.

Pois sim...

A ver vamos... 

Rollin pardais

25 de dezembro de 2013

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Mas, a respeito do vídeo das renas gordas, os animais redondos existem. Um amigo nosso fotografou estes pardais numa esplanada do Macdonald’s em Madrid. Nunca vi pardais tão gordos... dá que pensar, não?

Rollin Xmas

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Sinto-me um pouco assim... 

Está quase

23 de dezembro de 2013

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Bom bom, é termos uma senhoria fofinha que nos convida para passarmos o Natal com ela
 e me vai fazer aletria. 

Somewhere Only We Know

22 de dezembro de 2013

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Estamos pelos cabelinhos. Ela. Eu. Os meus colegas. As colegas dela. Há um momento em que paramos e nada faz sentido. Em que todo o espírito de Natal – ou o que quer que seja que se lhe aproxime – se esvai porque não há cuidado na forma como nos tratamos e como nos tratam. 

Dos amores para sempre

21 de dezembro de 2013

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Se nunca viram o documentário ele arranja-se aqui

Andam à solta. . .

20 de dezembro de 2013

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Houve ali um momento de antecipação. A cliente deve ter percebido a alteração do meu olhar, warm and kind, para frio metálico e aposto que lhe passou pela cabeça que eu, não tardava, lhe atiraria com o livro à testa. A mim passou-me pela cabeça. Uma imagem linda, de absoluta libertação.

Com que então queria trocar o livro porque chegou a casa e reparou que ele estava... ondulado. Ondulado!... E de certeza absoluta que tínhamos sido nós a fazer alguma coisa ao livro... sim, porque nós, todos os dias de manhã, enrolamos as páginas dos livros porque gostamos de literatura aos caracóis... e isso porque ainda não nos deu para os prémios nóbel com madeixas...

Ondulado. E queria trocar. Por outro. Que não estivesse... ondulado...


Respirei fundo... e fiz-lhe uma nota de encomenda. 

The hell with it!

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Susan Sontag

17 de dezembro de 2013

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A questão que mais me assalta e que já me assaltou aquando da leitura do primeiro volume de diários de Susan Sontag, é o que passará pela cabeça do filho – a quem coube a tarefa de os editar – ao confrontar-se com esta versão, às vezes tão despida, da sua mãe. São páginas cheias de anotações de carácter académico – muitas das quais quase indecifráveis para mim – mas também de considerações pessoais, dolorosas, profundamente humanas e que revelam uma pessoa com uma consciência muito acutilante das suas próprias falhas, muito céptica não da sua capacidade de amar mas de ser amada, tão presa aos escombros da infelicidade que lhe provocavam as mulheres com quem se relacionava e de quem, de uma forma ou de outra, nunca se sentia à altura.

Ao mesmo tempo que não invejo a tarefa do filho de Susan Sontag, invejo-o. Para um filho, compreender um pai é a tarefa a que se dedica com mais resistência, sobretudo porque essa intenção – a de perceber e, acto contínuo, perdoar – tem de partir da aceitação das suas próprias falhas e dos seus próprios erros e da capacidade de acolher o outro com todas as suas fragilidades e incongruências. O que, naturalmente, não é fácil. Sobretudo quando levámos uma vida inteira a acreditar que aquilo que víamos era aquilo que eles realmente eram.

Still a Grinch. . .

16 de dezembro de 2013

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arvore

... mas um bocadinho mais soft. O suficiente para fazer a árvore de Natal e dar-me conta de que o nosso presépio está cheio de ovelhas e de cabras mas que continuam a faltar uma vaca e um burro... 

Adenda: Em conversa com a Isabel e depois de concordarmos que este ano não vamos gastar mais dinheiro com presépios - tínhamos comprado três novos acrescentos e esquecemo-nos deles algures no Ikea - para o ano vamos comprar duas Marias, uma vaca e uma burra e vamos tentar desencantar três rainhas magas (ou transvestir os reis) para animar a coisa. 

Fazes-me falta

15 de dezembro de 2013

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A minha mãe faria hoje 68 anos. E ainda que sinta muita falta da minha melhor amiga e da cumplicidade que, nós os filhos, tínhamos com ela; hoje não me assombra o pesar. Persiste esta suave sensação de alegria por ter existido na minha vida esta mulher que me deu vida e que me ensinou do mundo aquilo que realmente importa. Essa foi a minha sorte e esse é o meu legado. Por isso, sem ladainhas e sem o sobrolho carregado de saudade, parabéns Maria. Parabéns, minha mãe.

Piegas

11 de dezembro de 2013

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Doente, com uma constipação de caixão à cova, e sozinha em casa. Ainda pensei em fazer a árvore de Natal mas miserável como me sinto o mais provável era deixar inválidos todos os animais do presépio. Vou ficar para aqui a tossir as minhas mágoas com a esperança de que ela venha a voar do trabalho para me dar miminhos... e o jantar... 

Nunca mais acaba. . .

10 de dezembro de 2013

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Farta, fartinha. Fartinha, farta. E ainda falta tanto...

... será que se fizer a àrvore de Natal cá em casa o espirito da coisa desce? 
Mesmo com ovelhas que têm as pernas partidas?