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Ordinary people

16 de julho de 2015

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Supreme

26 de junho de 2015

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Foi e continua a ser um dia bastante negro. A estupidez humana... este ensaio para a guerra enfurece-me e assusta-me. Não sei nem que mundo nem que Europa se está a desenhar mas, so far, não gosto nada, mesmo nada, do que vejo. Em todos os aspectos. Ao menos tempo não consigo deixar de sentir que estamos todos a ser manipulados e que os interesses que se movem nos bastidores destes actos terroristas são ainda mais macabros do que os atentados em si... mas isto são conversas com muito pano para mangas e sem muita possibilidade de conclusão lógica. Confesso que temo chegar a uma conclusão.

Não tivesse sido um dia tão negro e estaria absolutamente extasiada com o que aconteceu hoje nos Estados Unidos. Foi um small step para a humanidade mas, ainda assim, um passo possante. É um previlégio estar viva para assistir a isto. 

Irlanda!

23 de maio de 2015

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Podemos discutir até que ponto é legitimo que uma maioria decida sobre os direitos de uma minoria - apesar de tudo, o referendo da Irlanda deixa essa questão no ar - mas, hoje, felizmente, podemos também fazer o elogio dessa maioria.

Hoje podemos, sobretudo, celebrar, com ovação em pé, a capacidade que a população da Irlanda teve para, no curto espaço de vinte anos, alterar a sua mentalidade. Para melhor. Em consciência. Com orgulho.


Sinto-me contente! Muito, mesmo. 

Em pulgas. . .

22 de maio de 2015

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para saber o resultado do referendo na Irlanda!


Honras de Estado

14 de maio de 2015

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O Primeiro Ministro do Luxemburgo casa-se amanhã com o companheiro. Não creio que, para pena dos radicais extremistas da luta anti-gay, o Luxemburgo desapareça da face do planeta mas, a haver visitas oficiais à Rússia, a coisa é capaz de ser interessante... 

The world will just carry on

21 de abril de 2013

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Ou quando apetece estar no Parlamento para dizer muito bem, muito bem...