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Supreme

26 de junho de 2015

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Foi e continua a ser um dia bastante negro. A estupidez humana... este ensaio para a guerra enfurece-me e assusta-me. Não sei nem que mundo nem que Europa se está a desenhar mas, so far, não gosto nada, mesmo nada, do que vejo. Em todos os aspectos. Ao menos tempo não consigo deixar de sentir que estamos todos a ser manipulados e que os interesses que se movem nos bastidores destes actos terroristas são ainda mais macabros do que os atentados em si... mas isto são conversas com muito pano para mangas e sem muita possibilidade de conclusão lógica. Confesso que temo chegar a uma conclusão.

Não tivesse sido um dia tão negro e estaria absolutamente extasiada com o que aconteceu hoje nos Estados Unidos. Foi um small step para a humanidade mas, ainda assim, um passo possante. É um previlégio estar viva para assistir a isto. 

Honras de Estado

14 de maio de 2015

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O Primeiro Ministro do Luxemburgo casa-se amanhã com o companheiro. Não creio que, para pena dos radicais extremistas da luta anti-gay, o Luxemburgo desapareça da face do planeta mas, a haver visitas oficiais à Rússia, a coisa é capaz de ser interessante... 

O Cavaco é que a sabe

18 de maio de 2013

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Talvez Cavaco tenha razão e a marota da virgem Maria ande por aí a fazer das suas. É que o que aconteceu ontem não era suposto ter acontecido e se a aprovação da lei não ocorreu por pura distracção então foi a tal intervenção divina de que falava o Aníbal. Some things really are meant to happen.

Convencidos de que a votação iria ser maioritariamente contra, à semelhança de outras votações sobre os mesmos assuntos, ninguém nos partidos se preocupou em saber qual era a tendência de voto dos seus deputados. Sobretudo nos partidos de direita.

O PS, ao contrário do que toda a gente esperava, votou quase todo a favor. A CDU idem aspas e o CDS não previu as suas abstenções. Os deputados do PSD que decidiram votar a favor calaram-se bem caladinhos porque não quiseram influenciar ninguém e, acto contínuo, ninguém os influenciou. 28 deputados faltaram.

Entre arrogância e distração e todo um conjunto de imponderabilidades passa uma lei que abre um conflito de direitos dentro da própria comunidade gay: uns podem co-adoptar, os outros não podem adoptar de todo. E este conflito interessa-nos... porque significa que  a lei começa a contradizer-se.

É uma vitória esta vitória mas ainda mais saborosa por ter acontecido bem debaixo dos seus arrogantes narizes. A consciência humana quando expressa em saudável liberdade opera maravilhas.

O espanto dos arrogantes quando foi revelada a votação? Priceless.

Legalize love

23 de fevereiro de 2013

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Porque as batalhas ainda não estão inteiramente ganhas e ainda há muito porque lutar.