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Qual "50 sombras", qual quê?

19 de maio de 2015

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A páginas tantas, depois de tanto desconcerto... comovemo-nos. O que nos desconcerta ainda mais... porque o que parecia ser, afinal, não é. 

Mas por isto vale a pena esperar

13 de maio de 2015

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Boas notícias para quem leu “O Preço do Sal”. Para mim, que vou a meio, também são. 

(Consta que a Internet anda aos saltos porque a Lady Blanchet respondeu que took a walk on the real wild side "many times" quando lhe perguntaram se este papel era a primeira incursão nas lides LGBT.)

So what?

O fim dos beijos censurados

23 de março de 2015

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No Brasil andam a espumar-se de raiva e ódio por causa disto. Que bom! Que se espumem de raiva e ódio e que se esgasguem com a sua própria estupidez. Pode ser que, por fim, vejam a luz que os resgate à sua voluntária e negra ignorância.

E por cá também!


Uma novela é uma novela é uma novela mas, às vezes... dá um empurrãozinho.

Warm On A Cold Night

26 de novembro de 2014

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Bumblefuck, USA

29 de janeiro de 2013

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Há viagens que fazemos e que, para além de nos transportarem fisicamente do ponto a para o ponto b transformam – por opção ou surpresa – a paisagem interior do viajante. Nunca se regressa igual ao ponto de origem. A diferença entre os extremos não se calcula apenas na distância percorrida mas naquilo que, por fim, dista entre o que éramos à partida e o que somos à chegada. E à chegada, aquilo que transportamos, tudo o que nos foi acrescentado e tudo o que permitimos que – dentro de nós -  fosse mudado de sitio, já não cabe nos limites das nossas circunstâncias. Nem na memória que tínhamos de nós e do espaço que ocupávamos.  

Um filme que vale a pena ver.

Mais informação aqui.

Coisas que vale a pena ver, rever e guardar

29 de julho de 2012

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Na vida as coisas não são nem só pretas nem só brancas. Grosso modo são cinzentas. E uma absoluta confusão.
Kyss Mig é isso. É um filme sobre as inesperadas confusões que a vida nos apresenta,  sobre a forma como nos posicionamos perante elas e as resolvemos e de como as nossas decisões – ou a sua ausência -  afectam, com maior ou menor dano, todos à nossa volta.
É um filme muito honesto e sem papas na língua. É uma história de amor “real” com que nos podemos identificar, que não é absolutamente cor-de-rosa, que provoca mágoa e tem as suas perdas mas também os seus ganhos.
O facto de ser um filme gay ganha importância sobretudo porque, de todos os filmes de temática lésbica que vi até hoje é o que se destaca na forma como a “questão” é tratada. Não com o cunho da comédia associado, ou da tragédia, ou do falso moralismo mas com absoluta normalidade. É um filme Sueco e creio estar tudo dito.
Para além disso tudo, a fotografia do filme é uma personagem por direito próprio. Tão capaz, tão bem conseguida, num registo emocional tão perfeito que elimina em algumas cenas – e a realizadora sabia disso – a necessidade de diálogos. Alie-se a uma boa fotografia uma excelente interpretação e temos um filme a raiar a perfeição.