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Isto nunca mais acaba. . .

22 de dezembro de 2015

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O ponto alto desta campanha de Natal - de que já estou farta até aos cojones - foi a senhora que me perguntou se tínhamos livros de "fixação cientifica". 

Do tipo... Isac Asimov para pregar na parede...?

Normal days @ the office

20 de fevereiro de 2015

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- Olhe, desculpe, dê-me uma informação que assim é mais rápido e não tenho de andar à procura. São tantos livros...

- Sim, claro, em que posso ajudar?

- Não terá assim um livro que fale sobre uma pessoa que está a aprender a tocar acordeão?

Um livreiro nestas ocasiões pestaneja muito – porque lhe apetece desatar num pranto e não fica bem expor-se ao mundo com tamanha demonstração de fraqueza emocional – e responde com o tom mais cordial que consegue arrancar das entranhas da sua miséria:

- Olhe, acredito que exista mas, infelizmente, nós não temos.

Numa nota mais cruel, porque o livreiro tem de morder a língua muitas vezes para não responder aquilo que lhe vai na alma, apetecia-me dizer-lhe:

- Olhe que pena não ter passado cá no início da semana!! Tinha-se encontrado com a cliente que nos perguntou se ainda tínhamos aquele livro com muitas imagens que se abria e parecia uma concertina.


Juro-vos que ambas as histórias me aconteceram esta semana. 

Amizades potencialmente perigosas

30 de dezembro de 2014

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Hoje pediram-me o “A raposa que ensinou a gaivota a voar”. 
Quis saber se, no fim, a gaivota sobrevive. 

Caderneta de Cromos [1 e 2]

11 de junho de 2014

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que se responde a uma cliente que nos pergunta se temos livros da Lónel Plánétte?

Ou ao cliente que perguntou a uma das minhas colegas se os nossos livros estão organizados por ordem alfabética de letras?

Andam à solta. . .

20 de dezembro de 2013

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Houve ali um momento de antecipação. A cliente deve ter percebido a alteração do meu olhar, warm and kind, para frio metálico e aposto que lhe passou pela cabeça que eu, não tardava, lhe atiraria com o livro à testa. A mim passou-me pela cabeça. Uma imagem linda, de absoluta libertação.

Com que então queria trocar o livro porque chegou a casa e reparou que ele estava... ondulado. Ondulado!... E de certeza absoluta que tínhamos sido nós a fazer alguma coisa ao livro... sim, porque nós, todos os dias de manhã, enrolamos as páginas dos livros porque gostamos de literatura aos caracóis... e isso porque ainda não nos deu para os prémios nóbel com madeixas...

Ondulado. E queria trocar. Por outro. Que não estivesse... ondulado...


Respirei fundo... e fiz-lhe uma nota de encomenda.