Crafts 2

9 de junho de 2013

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À segunda tentativa continuou a faltar alguma coisa – esqueci-me de inverter as imagens – mas o resultado com impressão a laser é um bilião de vezes melhor. Agora apetece-me limar o trabalho de ontem e fazê-lo de novo.


E claro que vamos dar companhia à Pin-Up. Jamais haverá uma Pin-Up alone em nossa casa. 

Crafts

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Coisas que devia ter feito:
- limar a madeira;
- usar impressão a laser


Tirando isso, para primeira experiência, até que nem ficou mal. 

Arts and Crafts

8 de junho de 2013

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Há muito tempo que queria experimentar esta técnica de transferência de fotografia para madeira e hoje, que me lembrei de comprar o produto necessário, cá andei a decorar as caixas e caixinhas que a Isabel tem e onde guarda a sua – cada vez maior – coleção de Tarot’s.


Amanhã, porque as obras de arte têm de ficar uma noite inteira a secar, vamos ver que tal ficam. Se forem aprovadas já temos prendas para dar no Natal. 

I had a feeling that I could be someone

7 de junho de 2013

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Não tem o kick de Tracy Chapman – vénias e saudades muchas – mas sabe bem ouvir. 

Get Lucky

6 de junho de 2013

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Diz ela que esta versão é melhor do que a original. Eu gosto das duas...  

Flores Raras

5 de junho de 2013

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Tem muito, muito, muito boa pinta. Não só pelo que interessa da história – a relação entre as duas – mas por tudo. E quando um filme soa a “tudo” então é porque deve valer a pena.

Esperemos que venha para os nossos cinemas senão o pirata em nós terá de penar.  

O lobby gay do espaço *

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para o Marinho Pinto se espumar de raiva. 

Tiananmen

4 de junho de 2013

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Passaram 24 anos mas lembro-me como se tivesse sido ontem. Não podíamos acreditar no que estava a acontecer lá da mesma forma que, hoje, continuamos a não acreditar no que vai acontecendo por aí. Nada se aprende.

Da verdade absoluta

2 de junho de 2013

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Fiz 38 anos e quanto mais o tempo passa mais eu sinto que me falta aprender qualquer coisa de absolutamente essencial. 

Dá-lhe Bruno!

31 de maio de 2013

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Prós e Contras

28 de maio de 2013

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Os meus piores receios não foram capazes de prever tamanha manifestação de ignorância. A única coisa que me deixa satisfeita é que, como sempre, o contra teve a capacidade de se autoimolar. 


O bicho na cabeça dos outros

25 de maio de 2013

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Às vezes somos nós quem coloca o bicho na cabeça dos outros. Somos nós quem parte do principio que A ou B vai ter dificuldade em aceitar e/ou compreender a nossa sexualidade e a forma como a expressamos. E faço esta observação porque foi o que me ocorreu, depois de uma conversa com o G. – meu colega de trabalho e também gay – em que ele dizia que a maior luta que ainda tinhamos a travar era a da visibilidade. Claro que concordo com ele. É um facto assente. Mas, por experiência própria, sei também que muitas vezes confiamos pouco na capacidade de entendimento do outro. Fazêmo-lo por um instinto básico de auto-protecção e é uma atitude normal mas, às vezes, somos surpreendidos, apanhados na teia do nosso próprio preconceito. Porque também os temos...

Há três anos mudámos para a casa onde estamos hoje. Soubemos dela através de uma amiga e como se encaixava dentro daquilo que andávamos à procura – ser perto do trabalho e de acordo com o nosso orçamento – viemos de armas e bagagens viver na parte de cima da casa de duas “vélhinhas” de 82 e 84 anos respectivamente. Dada a idade das senhoras achámos por bem que teríamos de ter cuidado com demonstrações públicas de afecto. Não as conhecíamos bem e não queríamos incorrer no risco de as ofender. A sua idade merecia certa reverência e estávamos dispostas a isso; a respeita-las da mesmo forma que gostaríamos que nos respeitassem. Com candura.

Poucos dias depois de termos mudado e ainda com a casa virada do avesso e cheia de caixas e tralha a “vélhinha senhoria” pediu-nos para descermos à casa dela para vermos se nos interessava um sofá que ela tinha e podia dispensar. Não nos interessava mas ficámos a conversar um pouco com ela. A meio da conversa diz-nos:

- Ai, eu tenho que vos perguntar um coisa.

Deixámo-la à vontade para perguntar, convictas de que seria algum assunto relacionado com a casa, o aluguer ou a partilha das contas de luz e água mas nunca aquilo que ela, frontalmente, sem papas na língua, nos perguntou.

- Vocês estão bem assim, são felizes sem um homem? – quis saber. Ficámos sem fala, de boca aberta. Olhámos uma para a outra, com uma vontade imensa de rir, encolhemos os ombros e respondemos:

- Sim, Dona Ana, somos muito felizes sem homem.

- Então está bem – conclui ela – Se são felizes é o que importa. É o que se quer.

A nossa amiga deve ter-se descaído com algum comentário quando lhe disse que tinha duas pessoas interessadas na casa. Sempre nos esquecemos de lhe perguntar. Ou então a nossa senhoria, inteligente como é, uma vez que só tínhamos um cama, o que significava que dormíamos juntas; chegou às conclusões óbvias ou, pelo menos, à suspeita. E curiosa como também é, fez uma pergunta honesta que mereceu uma resposta honesta. E nós, que achávamos que por elas serem octagenárias tinham uma mentalidade retrógrada, levámos uma bela bofetada de luva branca. Não existia nenhum bicho na cabeça delas, apenas na nossa.

Agora, de uma forma bastante peculiar, somos  uma big happy familly. Elas são as “nossas meninas” e nós somos as delas. E isto ensinou-nos a ter um pouco de fé no outro e na sua capacidade de entendimento. Mesmo que, às vezes, leve o seu tempo a manifestar-se.

Grosso modo as surpresas - as boas - acontecem onde e quando não as esperamos.  

O Cavaco é que a sabe

18 de maio de 2013

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Talvez Cavaco tenha razão e a marota da virgem Maria ande por aí a fazer das suas. É que o que aconteceu ontem não era suposto ter acontecido e se a aprovação da lei não ocorreu por pura distracção então foi a tal intervenção divina de que falava o Aníbal. Some things really are meant to happen.

Convencidos de que a votação iria ser maioritariamente contra, à semelhança de outras votações sobre os mesmos assuntos, ninguém nos partidos se preocupou em saber qual era a tendência de voto dos seus deputados. Sobretudo nos partidos de direita.

O PS, ao contrário do que toda a gente esperava, votou quase todo a favor. A CDU idem aspas e o CDS não previu as suas abstenções. Os deputados do PSD que decidiram votar a favor calaram-se bem caladinhos porque não quiseram influenciar ninguém e, acto contínuo, ninguém os influenciou. 28 deputados faltaram.

Entre arrogância e distração e todo um conjunto de imponderabilidades passa uma lei que abre um conflito de direitos dentro da própria comunidade gay: uns podem co-adoptar, os outros não podem adoptar de todo. E este conflito interessa-nos... porque significa que  a lei começa a contradizer-se.

É uma vitória esta vitória mas ainda mais saborosa por ter acontecido bem debaixo dos seus arrogantes narizes. A consciência humana quando expressa em saudável liberdade opera maravilhas.

O espanto dos arrogantes quando foi revelada a votação? Priceless.

Ó diabos!

17 de maio de 2013

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Está dificil arranjar isto...


P.S – One must wait until July... LOL Nurture the Pirate in you… 

You rock my world. . .

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... e eu amo-te daqui até ao infinito.

A small step for man. . .

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É bom quando assinalamos as coisas boas que acontecem no nosso País, como hoje, com a aprovação da lei que permite a co-adopção entre casais do mesmo sexo. Repõe-se a justiça onde ela não existia e salvaguarda-se aquilo que era preciso proteger e que compete à sociedade proteger: o interesse maior e único da criança. E por isso, por este pequeno passo, fico imensamente contente. E imensamente orgulhosa por a democracia ter encontrado forte expressão no parlamento.

Mas ainda falta muito para que, efectivamente, sejamos todos iguais aos olhos da lei. Foi um pequeno passo, o primeiro que mais tarde servirá de alavanca para a aprovação da adopção para todos mas a sensação que me fica é de sabor a pouco. Ainda assim, hurray!, o mundo está a mudar à frente dos nossos olhos no que às questões LGBT diz respeito e poder assistir a isto e, de certa forma, ser parte disto, é um privilegio.

A luta continua.

TPM

13 de maio de 2013

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Os sintomas têm vindo a piorar com a passagem do tempo. Quanto mais velha fico mais sintomas arrecado. As dores - que quando era substancialmente mais nova não me atacavam - há muito que vieram para ficar e as alterações de humor... as alterações de humor... o que dizer das alterações de humor?

Grosso modo fico mais sensível, mais irritadiça, mais dark, mais resmungona e muito menos tolerante. Muito muito menos. O truque para sobreviver a estes dias e para que os outros também sobrevivam é remeter-me ao silêncio, manter um low-profile, fazer de conta que não estou no mundo, que fui ali ao lado e já volto.

Costuma resultar. Mas aliemos o TPM à tua ausência e encontramos a fórmula perfeita para the ultimate raging bitch. De tal modo bitch que me sinto na obrigação de avisar os meus colegas de trabalho de que tempestades se aproximam no horizonte.

Por este andar, quando estiver na menopausa, vão ter de me internar numa prisão de alta segurança. 

Nada. . .

5 de maio de 2013

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Da natureza do amor

4 de maio de 2013

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Há uns tempos, durante o almoço no refeitório da empresa, conversava-se sobre relações e sobre o sacrifício e/ou potencial sacrifício de estar longe da pessoa amada. A separação em questão dizia respeito à emigração e as minhas companheiras de repasto manifestavam-se veementemente contra aceitarem tal situação caso os companheiros ou maridos dessem a entender essa vontade. E claro que entendo essa posição, é muito duro estar longe de quem se gosta; mas o que me causou estranheza foram alguns dos argumentos apresentados. Que uma pessoa se habitua a estar longe do outro e que a rotina se altera ao ponto de, aquando do regresso, o que era de antes deixa de ser porque não se está disposta a abdicar de uma liberdade readquirida. Ou então que é mais fácil a tentação bater à porta e mais difícil de se negar perante essa tal readquirida liberdade: a de não ter de prestar contas a ninguém. E isso eu também entendo uma vez que considero que cada caso é um caso e que cada pessoa é diferente, com valores diferentes e determinações diferentes e com contas a ajustar, em última análise, apenas com a sua própria consciência. Entendo e ao mesmo tempo não. Claro que a vida é feita de imponderáveis mas, para mim, um compromisso é sempre um compromisso e existe independentemente de tudo o resto.

Enquanto elas falavam de liberdade na ausência do outro eu só pensava no quanto a minha percepção de liberdade mingua quando tu não estás e em como por dentro se me instala um sentimento de estranho vazio que não obedece a nenhuma disciplina a que tente obrigar-me para que a vida decorra normalmente até ao teu regresso.
E enquanto elas falavam de habituação à ausência eu só me lembrava dos nove meses que passaste na Holanda e na memória que tenho deles como uma grande prova de sobrevivência. Minha e tua. Em como a vida se colocou em suspenso e o calendário se transformou num simples dia. Um a seguir ao outro. Como se não houvesse passado. Como se não houvesse futuro. Apenas o hoje com a segurança das suas escassas 24 horas. Em nenhum momento fui capaz de me habituar à tua ausência e, hoje, à luz da distância, tenho muito respeito por esse nós que teve coragem para aguentar. Percebo agora que muitos não conseguiriam... nem se dariam ao trabalho.

Woodkid

30 de abril de 2013

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Do retorno

26 de abril de 2013

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Era das histórias que se contavam lá por casa quando era miúda. Do dia em que, ouvindo na rádio, se ficou a saber em Angola que havia revolução na Metrópole. Eu ainda não existia. Haveria de me concretizar meses depois e quase nascer lá, não tivesse a minha mãe, no termino da gravidez, sido resgatada pela ponte aérea.

Não me imagino a viver num País onde não tivesse acontecido a nossa revolução, muito menos num País com uma guerra interminável mas - ainda que cada vez menos - de vez em quando ainda me pergunto como teria sido a nossa vida se as coisas, com revolução e armistício, tivessem sido diferentes. 

Before midnight

25 de abril de 2013

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Provavelmente a melhor triologia ever. Mal posso esperar para ver.

Love is All You Need?

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É um bocadinho pesado lá para o final mas, como exercicio, está muito bom e passa muito bem a mensagem. 

Vive la France!

23 de abril de 2013

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15º País a aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. E também a adopção. Bons motivos para celebrar e para nos orgulharmos. 
 

Sobre os blogs

22 de abril de 2013

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... e a propósito deste post


Quando me questionei pela primeira vez sobre se não andaria a investir o meu tempo na equipa errada descobri que os sinais tinham sido absolutamente óbvios mas que, por falta de referências, me tinham passado ao lado.

Na altura pairava sobre as relações – ou sobre o que com elas se asselhava  – como espectadora de mim própria, dando-me conta de que representava um papel mais do que o vivia e que, ainda que não por culpa deles, o meu desinteresse súbito e inexplicável na pessoa,  assim que se cumpriam os jogos de sedução,  era o meu padrão de comportamento.

Reconhecendo esse padrão  assumia a existência de um problema e reconhecia que havia algo em mim que nem por isso funcionava muito bem. Reafirmo que a culpa não era deles. Não era. Na verdade não era culpa de ninguém. Se tanto, apenas da minha imensa distracção.

Ao ter começado a prestar atenção descobri um mundo novo, pleno de possibilidades; absolutamente desconhecido e de certa forma assustador. Ali estava eu com outra consciência de mim, a iniciar o processo de reescrever parte da minha identidade e absolutamente ignorante.

Os blogs, na sua época áurea – antes que o facebook tivesse “silenciado” tantas vozes - foram determinantes na construção dessa nova identidade.  Li muito. Aprendi muito. Descobri que a minha imensa distracção não era só minha mas de mais gente e que a coragem não chega de ânimo leve e dói.

Não considero que me tenha descoberto tarde demais. Descobri-me na altura certa. Olhando para trás nada nem ninguém foi tempo perdido. Tudo foi parte de um processo de aprendizagem que me enriqueceu e permitiu que, sem violência, serenada, pudesse aceitar a minha verdadeira natureza e pudesse olhar para ela como um previlégio.

Tudo isto teria sido um pouco mais complicado se não tivesse existido a experiência dos outr@s para comparar a minha e para compreender a minha. Se na experiência dos outr@s não tivesse encontrado as referências que ao longo da vida me faltaram e se na experiência dos outr@ não tivesse encontrado motivos para me orgulhar da minha. E de mim. 

Um pouco por conta dessa boa experiência e muito por cansaço da informação pronta a comer - de que só se digere 1/3 - do facebook regressei aos blogs. Aqui há mais tempo. Há mais sentido, mais conteúdo. E mais o sentido de comunidade. É quase como regressar a casa. E se, de alguma forma, a minha experiência, aliada à vossa experiência, puder ajudar outros no caminho da descoberta e da compreensão, então está servido o propósito da reciprocidade. 

A curva no caminho

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A minha curva no caminho que, tal como a C. S. Lewis, encerra o meu ideal de felicidade. Essa ilusão tão enraizada na infância -  e tão presente na idade adulta - de que não existe mais chão que valha a pena pisar do que aquele. E tu. Sempre tu. Sempre tu ao cimo do povo esperando para te fazeres vida dentro de mim. E eu. Eu que num rasgo de luz te resgato e não te devolvo.

Mas apenas ficas comigo durante o instante em que as nossas mãos se tocam. Levemente. Quando dou conta já não estás. Já não sou. 

Denial

21 de abril de 2013

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Pudessem os Domingos ser como já foram, feitos de horas de lânguida preguiça, de corpos estirados no sofá, com três filmes na televisão para ver e junk food a acompanhar. Tenho de me levantar para trabalhar daqui a algumas horas e não me apetece ir já para a cama...

The world will just carry on

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Ou quando apetece estar no Parlamento para dizer muito bem, muito bem...



Get Ready

20 de abril de 2013

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In your arms i feel sunshine

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Melhor do que dias de folga com sol e calor só mesmo passar quality time contigo.

Pocket Symphonies

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Right to Love

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Vimos este documentário no Ciclo de Cinema LGBT organizado pela ILGA no Porto e agora que está disponível no youtube recomendamo-lo. O mundo vai mudando no que aos nossos direitos diz respeito mas na Europa, em particular, há muito ainda a ser feito e é importante que saibamos o quê e onde para tomarmos parte e partido. É também bom sabermos que não estamos sozinhos e que as questões que nos acossam não são apenas nossas para suportar.

New Zeland

17 de abril de 2013

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Hoje, enquanto ela terminava de preparar o jantar, fui ao computador espreitar o Público e o Facebook. Neste último leio que a Nova Zelândia aprovou a lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo e comento o facto animada. Ela diz-me que já pôs “gosto” na notícia e eu “informo” que vou partilhar. Out of the blue, misturando a salada, sai-lhe isto:

- Claro que sim! Ou não fosses tu o “Borda D’Agua” das lésbicas. 


... o que uma mulher atura...

Das coisas irritantemente viciantes

10 de abril de 2013

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Lamento informar a Madonna de que foi destronada do cargo de elevadora oficial do mood na viagem de metro entre casa e o trabalho.

Queer as Folk U.S.A

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A ver, mais do que a rever, as cinco temporadas e a achar absolutamente adorável. Pelo menos so far. Nos últimos dias temos dado algumas das melhores gargalhadas dos últimos tempos. Gotta love Emmett.

Imagine it was us

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Tsintty. . . ficção made in Oporto

8 de abril de 2013

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Realização e Argumento - Rui Pedro Sousa
Com Joana Ji Antunes, Nuno Stanley, Maria Luís, Ricardo Ribeiro, Daniel Pinheiro, Inês Cardoso

Sinopse - "Tsintty" conta a história do desmoronar do relacionamento de um casal através dos olhares de três casais diferentes. A parte abandona passa então por fases obscuras até encontrar finalmente o antídoto que os impele a seguir na vida enfrentando todos os seus problemas. Uma das mensagens do filme é a de que o amor é sempre o mesmo independentemente da relação em que as pessoas estão inseridas.

Música para acompanhar lanches nocturnos...

7 de abril de 2013

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... e beijos atrás da porta do frigorífico...

Quem fala assim não é gago

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Maldita Vodafone aka coisas em que só apetece dançar

5 de abril de 2013

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Logo eu que não sei dançar...

Odeio o Blogger

4 de abril de 2013

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Ok, até que isto comece a funcionar como deve ser o blog vai estar com esta cara. Começou com a barra lateral que decidiu mudar de sitio e agora já nada funciona como deve ser. Foi por estas e por outras que já mudei uma vez para o wordpress....

Update: Bom... aparentemente consegui recuperar parte da configuração que tinha... pelo menos a barra lateral já está onde é suposto... voltamos à cara do costume. Me gusta mais.

Update: Mas, claro, perdi novamente a data dos posts... mas isso fica para amanhã...

Dear straight people

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Muito bom. Muito bom mesmo. Não é para todos os straight, felizmente tenho a sorte de ter como amigos, colegas de trabalho e família pessoas que provam que há esperança e que por cada homofóbico existem 10 seres humanos decentes. Mas são um poema e uma interpretação poderosas.

Imagens com alma de mulher

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O prémio Estação Imagem|Mora é, à nossa dimensão, uma espécie de World Press Photo e um evento que sigo com especial atenção sobretudo porque não me provoca tanta urticária como o Novos Talentos Fnac... let’s not go there...

Fotógrafos como Paulo Pimenta – do Público – que já venceu este prémio e cujo trabalho se conta entre os meus preferidos, são o exemplo de que o fotógrafo pode e deve ser voz de quem não a tem e de que a imagem, mais do que ser bela e tecnicamente perfeita, deve interpelar.

Coisas a ver

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É isso aí, Uruguai

2 de abril de 2013

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Claro que há muita coisa no mundo que não está bem e muita coisa ainda porque é preciso lutar e que é preciso não deixar cair no esquecimento; mas, poder  assistir, no meu tempo de vida, a estas intenções de mudança e de reparação de injustiças é assistir à História a ser alterada. Para melhor.