E agora é Beck para aqui, Beck para ali. . .

18 de fevereiro de 2014

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... e uma mulher começa a ficar com ciúmes.

E eis senão quando. . .

16 de fevereiro de 2014

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Be the change

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Uma pessoa fica mesmo com vontade de lhe dar um abracinho.

Fragments

15 de fevereiro de 2014

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Estão contratados para o meu casamento

14 de fevereiro de 2014

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Parabéns Porto! ! !

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Que venham muitos turistas para que a Isabel possa vender muito vinho da terra!

Um daqueles dias. . .

13 de fevereiro de 2014

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... em que uma mulher se pergunta que mal é fez a Deus para acabar a aturar tantos paspalhos...

Valentine

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Alternate world

10 de fevereiro de 2014

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Vou-lhe fazer uma visita

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Russian Kiss

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Os Suecos a deitarem achas na fogueira. 

Freiras radicais

9 de fevereiro de 2014

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Estou a ler este livro, que foi prefaciado por esta pessoa e hoje ouvi isto. Uma pessoa toma-se logo de esperança.

Da vergonha

8 de fevereiro de 2014

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Pela primeira vez desde que estou nesta cidade – e já lá vão 20 anos entre os tripeiros – sinto vergonha daquilo que “exportámos”. Tinha-o em conta de melhor pessoa e de melhor bispo. De melhor homem. 

To Russia with love

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Anuncio que passou na TV Norueguesa durante a transmissão da cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno. 

Tomar posição para o mundo mudar

7 de fevereiro de 2014

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… ou, pelo menos, acreditar que é possível...

Até parece

28 de janeiro de 2014

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Grammys & LGBT Love

27 de janeiro de 2014

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Ouvi falar deste momento na Rádio Comercial e, de facto, é tudo o que disseram. 

Migrações

24 de janeiro de 2014

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Confesso que, depois de durante quase 8 anos ter visto a Leya produzir lixo e ter visto  as livrarias – a minha incluída -  tão cheias de nada, me apazigua um pouco esta migração que tem vindo a ocorrer de alguns bons autores para outras boas editoras. Também me apazigua verificar que ultimamente, apesar de tudo, se tem notado uma melhor escolha nas opções editoriais e que o mercado tem recebido livros e autores com um pouco mais de qualidade.  Mais me apazigua reconhecer que ao contrário do que muitos profetizavam e do que eu temia, as pequenas editoras não só conseguiram sobreviver como se impuseram como alternativa aos blockbusters editoriais. A Tinta da China, a Relógio D’Água e sim, a Quetzal – apesar do Francisco José Viegas que merecia todo um post menos abonatório - são, de todas, alguns dos melhores exemplos. Alguns dos melhores livros que li na última década chegaram-me pelas suas chancelas.

Claro que não quero que a Leya colapse, até porque isso significaria a ruína das editoras que fazem parte do grupo mas já ficava contente se a Leya voltasse a funcionar como um grupo editorial e cumprisse aí os requesitos mínimos e, por exemplo, ao invés de deixar esgotar os livros do Plano Nacional de Leitura antecipasse as necessidades do mercado. É que as escolas nem por isso alteram muitos os programas de ano para ano... o que significa que não há outra ciência a pôr em prática para além da de se estar preparado...

Com a Leya a resvalar,  a Porto Editora está a transformar-se no grande elefante editorial português e tem vindo a assimilar de forma cada vez menos discreta os bons autores. Não me admirava se Saramago fosse o próximo.  Claro que existe sempre o risco de a montanha parir um rato mas a verdade é que quando olhamos para este grupo vemos também uma família que sempre se dedicou aos livros e que os conhece como ninguém e que, sobretudo – sobretudo – os respeita;  por isso, aquilo que podemos esperar é que estejam e fiquem em boas mãos.

Como livreira e como leitora o que quero é que exista uma convivência salutar entre grandes e pequenas editoras. Há espaço para todos e para tudo, até para a má literatura que, nem por isso, deve ser excomungada. Mas acima de tudo, confesso, tenho saudades dos tempos em que abrir uma caixa de livros depreendia sempre que alguém dissesse  “uau!”.

Parece-me bem

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Beauty

22 de janeiro de 2014

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Sick

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Tão verdade, tão verdade que agora estamos as duas doentes... 

Tenho apenas uma coisa a dizer

17 de janeiro de 2014

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Nota pós-catártica - O que vale é que todos sabemos que isto não passa no Constitucional, sob risco de sermos condenados pelo Tribunal Europeu por desrespeito à Carta de Direitos Fundamentais. E é isso que me incomoda, mais do que tudo o resto... se existe uma declaração do Tribunal Europeu a dizer que Portugal está a desrespeita-la porque se insiste nesse desrespeito? É esta absoluta incoerência que me assusta. O que não entendo, e não entenderei por mais voltas que dê à cabeça, é o motivo porque a maioria dos deputados do PSD alinhou com esta proposta e, pior, votou a favor da disciplina de voto.

O referendo não passará, o que isto faz é apenas adiar um pouco mais a concretização plena dos direitos das famílias. Mas não deixa de ser preocupante – e a mim como cidadã deixa-me envergonhada – esta triste manifestação de ignorância hoje aprovada na Assembleia da República. 


Notas pós-catártica em jeito de vingança – Na página de youtube do projecto “Tudo vai melhorar” (a representação portuguesa do It Gets Better Project).” está uma declaração de Hugo Soares – o demoníaco dirigente da JSD –  Quanto a vocês não sei mas eu não quero ouvir o que aquele senhor tem a dizer sobretudo quando aquilo que faz vai totalmente contra aquilo em que diz que acredita. 

Referendos e disciplina de voto

16 de janeiro de 2014

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Que belos parceiros temos na perpetuação de um incumprimento da convenção europeia dos direitos humanos: Rússia, Roménia e Ucrânia... O líder da JSD que propõe referendo sobre esta matéria deve ter sonhos molhados sobre a sua escalada rumo ao lugar de Primeiro Ministro.

So that you know

15 de janeiro de 2014

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Grunf!

13 de janeiro de 2014

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Fico contente porque o Ronaldo ganhou. Genuinamente contente. O rapaz merecia. Agora... 1h45m de telejornal sobre o assunto e só se faz menção aos prémios ganhos por homens? Então e a melhor treinadora - queria ter visto muito homem a fazer o que ela fez - e a melhor jogadora? Sinceramente... 

Das tempestades

7 de janeiro de 2014

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A primeira vez que nos encontrámos – um destes dias conto a história – foi aqui. Tem sido com alguma preocupação que temos visto o nosso farol a ser fustigado desta forma

Farewell Putchi

6 de janeiro de 2014

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Rais ta parta cãoTraste de um raio que não sabia que ia sentir tanto a tua falta! Coisinha mais mal humorada... e mais fofa. See you around. 

Carta de boas intenções

2 de janeiro de 2014

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Respirar. A minha resolução para 2014 é respirar. 

It's in the cards. . .

1 de janeiro de 2014

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Diz ela que o meu ano vai ser smooth, criativo, com poucos aspectos desafiantes e com boas previsões de casamento para Setembro e/ou Dezembro. I feel blessed.  Agora falta convencê-la... LOL!

Hello 2014!!

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Uma das resoluções de ano novo, na verdade a única, é alugar os nossos vizinhos para fazer animação de festas populares e demais eventos que depreendam a expulsão de demónios e outras entidades mafarricas. Talvez assim consigamos amealhar para ir a Londres. Alguém interessado? Têm bom ritmo... 

Happy

31 de dezembro de 2013

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Resoluções de ano novo

30 de dezembro de 2013

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Tenho um amigo de longa data que, sempre que estamos juntos, me diz: “Ah e tal, tens de te cumprir!”.

Pois sim...

A ver vamos... 

Rollin pardais

25 de dezembro de 2013

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Mas, a respeito do vídeo das renas gordas, os animais redondos existem. Um amigo nosso fotografou estes pardais numa esplanada do Macdonald’s em Madrid. Nunca vi pardais tão gordos... dá que pensar, não?

Rollin Xmas

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Sinto-me um pouco assim... 

Está quase

23 de dezembro de 2013

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Bom bom, é termos uma senhoria fofinha que nos convida para passarmos o Natal com ela
 e me vai fazer aletria. 

Somewhere Only We Know

22 de dezembro de 2013

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Estamos pelos cabelinhos. Ela. Eu. Os meus colegas. As colegas dela. Há um momento em que paramos e nada faz sentido. Em que todo o espírito de Natal – ou o que quer que seja que se lhe aproxime – se esvai porque não há cuidado na forma como nos tratamos e como nos tratam. 

Dos amores para sempre

21 de dezembro de 2013

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Se nunca viram o documentário ele arranja-se aqui

Andam à solta. . .

20 de dezembro de 2013

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Houve ali um momento de antecipação. A cliente deve ter percebido a alteração do meu olhar, warm and kind, para frio metálico e aposto que lhe passou pela cabeça que eu, não tardava, lhe atiraria com o livro à testa. A mim passou-me pela cabeça. Uma imagem linda, de absoluta libertação.

Com que então queria trocar o livro porque chegou a casa e reparou que ele estava... ondulado. Ondulado!... E de certeza absoluta que tínhamos sido nós a fazer alguma coisa ao livro... sim, porque nós, todos os dias de manhã, enrolamos as páginas dos livros porque gostamos de literatura aos caracóis... e isso porque ainda não nos deu para os prémios nóbel com madeixas...

Ondulado. E queria trocar. Por outro. Que não estivesse... ondulado...


Respirei fundo... e fiz-lhe uma nota de encomenda. 

The hell with it!

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Susan Sontag

17 de dezembro de 2013

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A questão que mais me assalta e que já me assaltou aquando da leitura do primeiro volume de diários de Susan Sontag, é o que passará pela cabeça do filho – a quem coube a tarefa de os editar – ao confrontar-se com esta versão, às vezes tão despida, da sua mãe. São páginas cheias de anotações de carácter académico – muitas das quais quase indecifráveis para mim – mas também de considerações pessoais, dolorosas, profundamente humanas e que revelam uma pessoa com uma consciência muito acutilante das suas próprias falhas, muito céptica não da sua capacidade de amar mas de ser amada, tão presa aos escombros da infelicidade que lhe provocavam as mulheres com quem se relacionava e de quem, de uma forma ou de outra, nunca se sentia à altura.

Ao mesmo tempo que não invejo a tarefa do filho de Susan Sontag, invejo-o. Para um filho, compreender um pai é a tarefa a que se dedica com mais resistência, sobretudo porque essa intenção – a de perceber e, acto contínuo, perdoar – tem de partir da aceitação das suas próprias falhas e dos seus próprios erros e da capacidade de acolher o outro com todas as suas fragilidades e incongruências. O que, naturalmente, não é fácil. Sobretudo quando levámos uma vida inteira a acreditar que aquilo que víamos era aquilo que eles realmente eram.

Still a Grinch. . .

16 de dezembro de 2013

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arvore

... mas um bocadinho mais soft. O suficiente para fazer a árvore de Natal e dar-me conta de que o nosso presépio está cheio de ovelhas e de cabras mas que continuam a faltar uma vaca e um burro... 

Adenda: Em conversa com a Isabel e depois de concordarmos que este ano não vamos gastar mais dinheiro com presépios - tínhamos comprado três novos acrescentos e esquecemo-nos deles algures no Ikea - para o ano vamos comprar duas Marias, uma vaca e uma burra e vamos tentar desencantar três rainhas magas (ou transvestir os reis) para animar a coisa. 

Fazes-me falta

15 de dezembro de 2013

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A minha mãe faria hoje 68 anos. E ainda que sinta muita falta da minha melhor amiga e da cumplicidade que, nós os filhos, tínhamos com ela; hoje não me assombra o pesar. Persiste esta suave sensação de alegria por ter existido na minha vida esta mulher que me deu vida e que me ensinou do mundo aquilo que realmente importa. Essa foi a minha sorte e esse é o meu legado. Por isso, sem ladainhas e sem o sobrolho carregado de saudade, parabéns Maria. Parabéns, minha mãe.

Piegas

11 de dezembro de 2013

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Doente, com uma constipação de caixão à cova, e sozinha em casa. Ainda pensei em fazer a árvore de Natal mas miserável como me sinto o mais provável era deixar inválidos todos os animais do presépio. Vou ficar para aqui a tossir as minhas mágoas com a esperança de que ela venha a voar do trabalho para me dar miminhos... e o jantar... 

Nunca mais acaba. . .

10 de dezembro de 2013

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Farta, fartinha. Fartinha, farta. E ainda falta tanto...

... será que se fizer a àrvore de Natal cá em casa o espirito da coisa desce? 
Mesmo com ovelhas que têm as pernas partidas?

As novelas em guerra

25 de novembro de 2013

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Tecnologias

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Hoje, a cliente que a minha colega estava a atender perguntou-lhe onde tínhamos a caixa multibanco mais próxima para efectuar um levantamento de dinheiro e assim poder pagar os livros porque o chispe dela não estava funcionar nos nossos terminais de pagamento.