Taking a breath

15 de julho de 2014

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Atendi a primeira louca. A época de caça do Regresso às Aulas está oficialmente aberta. 

Os dias felizes

13 de julho de 2014

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Passear contigo, amar e ser feliz...”. 
Assim, como diz a canção. E apaixonar-mo-nos again e again por esta cidade.

How to be a girl

2 de julho de 2014

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Lembro-me sempre daquela cliente que disse ao filho – um miúdo de três ou quatro anos – que não podia levar o livro de fadas com autocolantes porque não eram coisas de que os meninos gostassem.

Perguntei-lhe “E porque não?” Naquele caso em particular até nem eram as fadas que interessavam ao miúdo mas sim as cores vivas do livro; mas e se fossem as fadas que ele queria, porque não? É que isto do “Ah, eu até nem tenho nada contra...”, é muito bonito... desde que sejam os filhos dos outros.


É claro que esta tentativa de normalização é instintiva - é esta a forma como nos procuramos integrar na sociedade – mas é preciso ter cuidado com o que se diz, mesmo que seja sem intenção. Pensar “out of the box” dá muito trabalho e, às vezes, exige esquecermos tudo o que aprendemos. 

O poder castrador dos estereótipos

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Home movies

29 de junho de 2014

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Um belo dia de Outono passado em casa. 

As coisas que nos remexem por dentro

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Bom S. João para quem for de S. João

23 de junho de 2014

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Por aqui já fizemos subir os nossos balões, já rebentámos os nossos foguetes e já apanhámos grande tonha. 

Roller Coaster

14 de junho de 2014

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Canidelo























Fomos à praia pela primeira vez em dois anos e acertámos em cheio no dia. Estava um belo nevoeiro. Tão belo que quase não se via a água. Ainda assim o passeio deu para recuperar energias. Mais do que isso. Foi bom. 

Enquanto isso, o meu pai, que tinha ido a Coimbra por causa de uma dificuldade respiratória deu-se conta – suponho eu – de que as horas do jantar se aproximavam e não esteve com meias medidas: abandonou o Hospital antes do resultado dos exames, meteu-se no comboio de regresso ao burgo e foi jantar, como sempre, ao Centro de Dia. De notar que, para lá, tinha ido de ambulância por cuidado do Centro de Saúde.

Isto deve ser idêntico a ter filhos adolescentes rebeldes... que fazem a última coisa que se espera em situações com que não se contava... 

Caderneta de Cromos [1 e 2]

11 de junho de 2014

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que se responde a uma cliente que nos pergunta se temos livros da Lónel Plánétte?

Ou ao cliente que perguntou a uma das minhas colegas se os nossos livros estão organizados por ordem alfabética de letras?

Rihanna, rihanna

3 de junho de 2014

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Ó rapariga! Tão cabeça no ar que foste à festa em combinação... 
Assim constipas-te...

Deusas da floresta

31 de maio de 2014

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bday present

O que não vale fazer anos para ganhar a Hera por que andava a choramingar há meses! Mas antes recebi um vaso com coentros. Só naquela... 

Norte em contraluz

29 de maio de 2014

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E para não tecer outras considerações sobre o facto de o meu irmão estar em França, deixo isto. Falta-lhe meia dúzia de asneiras mas essas digo-as eu entredentes. É por pouco tempo, é certo, mas o princípio é o mesmo.

 

Todas as famílias são psicóticas

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O título do post é de um livro do Douglas Coupland que li há muitos anos atrás mas de que me lembro amiúde. O livro começa com a matriarca da família a acordar e a rever mentalmente a localização de todos os seus filhos. Sabendo em que ponto do mapa se encontravam e cuidando de que se encontravam bem podia iniciar normalmente o seu dia.

Eu sou um pouco assim. Na verdade sou um pouco pior porque prefiro que as pessoas se mantenham no mesmo sítio. Seguras. De preferência trancadas em casa. Ahahahaha! Just kidding... ou não...

O meu irmão foi a França fazer um trabalho que o manterá por lá, mais ou menos, até ao final do mês que vem. É eletricista e a empresa onde trabalha foi lá fazer uma casa. Esta deslocação no espaço deixou-me um pouco desorientada porque hoje, ao acordar, não fui capaz de o localizar com a rapidez do costume. E tive daqueles sonhos recorrentes – que só tenho quando me sinto inquieta - em que me encontro na eminência de não chegar a tempo ao aeroporto para apanhar um avião. Hoje o sonho incluía-o a ele e estávamos ambos atrasados. Toda uma apoquentação... desnecessária. O rapaz tem 43 anos, sabe cuidar de si e estar em França é bom, é uma aventura. Fico contente por ele, por isso.


Mas sou meio galinha e gosto dos meus pintainhos por perto. Sei que só vou sossegar quando ele regressar. 

28 de maio de 2014

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Quanto mais falta me fazes mais te celebro; mas há dias em que essa exultada glória não é suficiente. Trocava meia eternidade por um gelado se pudesse comê-lo contigo em silenciosa harmonia. E olhar-te. Olhar-te. 

Dark Doo Wop

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Em modo de férias

27 de maio de 2014

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Respirar. A resolução de ano novo era respirar. E tenho respirado. Fundo. Profundamente. Tenho respirado e deixado os cães ladrar. Agora vamos desligar um bocadinho, esquecer o mundo à volta e respirar a sério. Respirar para ganhar balanço. 

Para sossegar . . .

25 de maio de 2014

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que isto de juntar freguesias e alterar o local de voto não está com nada. 
Ou então, para a próxima, consulto o site da Comissão Nacional de Eleições para não andar feita barata tonta de escola em escola... 
... que é para aprender... 

Conchita e os arianos

11 de maio de 2014

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Nem por isso estive interessada no Festival da Eurovisão mas como lá fui parar depois de muito zapping acabei por ficar a ver as atuações finais. Não fiquei muito surpreendida quando ganhou a Conchita mas confesso que – gostos musicais e opções artísticas à parte – fiquei satisfeita com o resultado; sobretudo porque, se servir de amostra, representa uma Europa tolerante e inclusiva. Com Portugal incluído.

Claro que depois estraguei tudo e fui ler os comentários às notícias que, entretanto, foram aparecendo no facebook. É óbvio que sabia ao que ia mas, ainda assim, foi pior do que esperava. Não pelos comentários parvos a tentarem ser engraçadinhos nem pelos declamadores da Bíblia nem pelos defensores de um mundo a preto e branco eternamente a chafurdar na lama da tradição e dos bons costumes mas pelo preconceito dentro da comunidade LGBT. E é sempre esse, mais do que qualquer outro, aquele que mais me choca.

Comentava por lá certa cidadã que a personagem Conchita não dignificava a comunidade e que era, na verdade, promotora de mais antagonismo. Que não nos representava, que nem sequer representava a comunidade Trans (que nem por isso representa porque é Drag) , porque não definia perante o mundo – de uma forma que ele entendesse – aquilo que é: o género com que se identifica, a etiqueta com que se cataloga, o gueto para onde se empurra. Que, no fundo, interpretando livremente as suas palavras, era, para nós, publicidade negativa.

E isto faz-me imensa confusão. O preconceito entre os que são alvo de preconceito é uma ideia que nega à partida toda e qualquer formulação de um pensamento lógico e racional. Pelo menos, para mim e sobretudo quando acho que a personagem Conchita extrapola a questão da identidade sexual e de género e assenta, sobretudo, no direito a ser. Na liberdade de ser.

A Conchita permite muitas leituras e fá-lo intencionalmente. É uma construção inteligente e absurdamente simples mas que, ainda assim, parece não se entender. É uma caricatura mas está tudo lá, mesmo na escolha do nome. É a interpretação de um mundo em que as fronteiras se desvanecem e os horizontes se alargam; onde o que é branco já não é apenas branco – é isso e outra coisa qualquer. A Conchita é a Conchita é a Conchita... ou não. É aquilo que lhe der na real gana. E ninguém tem nada a ver com isso.

Dizer que a Conchita não tem lugar na comunidade é negar a própria comunidade. A Conchita é uma declaração de princípios e não se ser capaz de reconhecer a posição que toma e a mensagem que transmite é ignorar, pura e simplesmente, toda a história da luta pelos direitos Humanos e LGBT e não ser consciente do tanto que custou e ainda custa a quem por eles dá a cara e a vida.

Se reclamamos respeito e igualdade com que legitimidade nos outorgamos o direito de apontar o dedo e dizer “tu és menos do que eu”. És menos gay do que eu, és menos trans do que eu, és menos lésbica do que eu. Menos butch, menos femme, menos macho. És menos puro.


Podemos gostar ou não da interpretação da Conchita, podemos gostar ou não da imagem que decidiu apresentar mas temos que lhe permitir expressar-se. E temos que a apoiar nas suas escolhas, proteger-lhe a retaguarda, dar-lhe um espaço onde ela possa existir abertamente sem ser julgada na sua essência. Para mim a comunidade é isto. Existe para isto. Para nos mantermos de pé como iguais e para nos erguermos exuberantes nos ombros das nossas diferenças. A comunidade é cor e ritmo mas é, sobretudo, aceitação e respeito. Se perdemos isso então perdemos tudo.

Oh Cat, my Cat!

8 de maio de 2014

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Gato da Ribeira

Noutra vida quero voltar como gato da Ribeira. 

Noites Turcas

3 de maio de 2014

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TURCO

É provavelmente o sítio mais decadente da cidade mas nos encanta. Uma vez por ano, pelo menos... que o estômago não aguenta mais.

De Espanha nem bons ventos . . .

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... mas alguns bons livros. Ando meio entusiasmada com este.
É muito provável que, mais tarde, faça umas pipocas para acompanhar isto

Da cidade bonita . . .

2 de maio de 2014

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leitaria da baixa

... e os seus lugares mágicos
O Porto tão vivo e nós com tão pouco t€mpo...

Sweet sin

16 de abril de 2014

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Para pecar com amigos ou só com a cara metade. Dos melhores pecados da vida.  

Para os devidos efeitos a culpa é do Peter Café da Ribeira do Porto. Quem os manda ter sempre coisas tão boas?

You are what you are, allow yourself to be

15 de abril de 2014

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Parece que estou a entrar numa fase de “Here I am, fuck u all”, como se tivesse descoberto a cabra secreta que existe em mim. Mas dessas pequeninas e fofinhas, teimosas, que saltam para onde lhes dizem para não ir porque não conseguem ou vão cair. Pois que caia. Cair também é voar. 

My sweet mad man

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Engordei três quilos - sou um Obelix em miniatura - mas o Srº Nascimento diz que estou mais elegante do que nunca. 

Também deve ver mal, coitado. 


A liberdade de não se definir

14 de abril de 2014

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Vejam isto que é muito interessante mas não leiam os comentários do facebook se não quiserem ficar com uma crise de fígado. As respostas positivas foram muito superiores às negativas mas uma pessoa rapidamente perde as estribeiras e fica com vontade de correr toda a gente à estalada. Ou pior... entalar-lhes os dedinhos na gaveta da cozinha... chegar-lhes a torradeira...

O irritante aqui nem é tanto o preconceito, a forma como as pessoas exibem voluntariamente a sua ignorância e ainda acham graça à sua própria estupidez; o irritante foi haver tantas mulheres a comentarem de forma absurda e a fazerem a pergunta idiota “mas o que é que isto tem a ver com o 25 de Abril?” Não é de lhes deixar cair um martelo no dedo grande do pé?

O que é que isto tem a ver com o 25 de Abril? Andaram as pobres das mães, das tias, das avós ou a vizinha do lado a levar porrada da PIDE para isto.

Antenas de fora

8 de abril de 2014

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Foram umas semanas um pouco intensas. As minhas férias. As minhas férias das férias com visitas de Barcelona e passeios a Guimarães. Os 42 anos da Isabel. O esquentador novamente avariado e banhos à gato. Trabalho a rebentar pelas costuras e uma semana sem ela – que a foi passar com a família a Castelo Branco.

Hoje está sol, lavo a roupa – que acho que se reproduziu no cesto - e espero que a Rodoviária Nacional a traga de regresso a casa.  

IRS

1 de abril de 2014

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Há alguma hipótese de o “Portal das Finanças” ter aderido ao dia das mentiras?

Canis rabidus

28 de março de 2014

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As discussões sobre o Acordo Ortográfico aborrecem-me, sobretudo porque acho que não vem mal ao mundo - nem à minha identidade - por se implementar. Não tento impor a minha opinião e até considero válidos os argumentos de quem se opõe. Toda a gente tem razão e ninguém a tem.

Agora, estar quase três quartos de hora a ouvir uma cliente que é contra e que "discute" comigo como se a culpada fosse eu... já ultrapassa em muito o estado de aborrecimento que a questão me causa. Quando a senhora começou a declinar do Latim para corrobar a sua posição, juro que me apeteceu chorar.

Working girl

25 de março de 2014

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Não me custa regressar ao trabalho - gosto do trabalho - mas custa-me ter de voltar a incluir-me no seio de uma rotina que me suga a energia por não ser fluída e estar, mais vezes do que não, emperrada na falta de uma direcção conjunta e empenho real no sucesso colectivo. 

Só de pensar nisso fico já de trombas.

De cavalo para burro no código genético

24 de março de 2014

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“Seguindo o modelo Francês, os códigos penais que vigoraram em Portugal no séc. XIX descriminalizaram as práticas homossexuais, quer de homens quer de mulheres. Apenas havia punição quando as mesmas envolviam “ultrage publico ao pudor”, entrando nos crimes contra a honestidade. [...]

Paradoxalmente, a 20 de Junho de 1912, a recém-proclamada República – tão inovadora e progressiva em determinados domínios – introduziu uma medida legislativa que dizia o seguinte: “Será condenado em prisão correccional dum mês a um ano: 1ª – Aquele que se entregue à prática de vícios contra a natureza.“ A primeira reincidência era punida com prisão de seis meses a dois anos e a segunda levava à equiparação ao crime de vadiagem”


In "Filhas de Safo" de Paulo Drummond Braga

Regressos

21 de março de 2014

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"Canteiro" na Rua das Flores


Ontem, depois de muitos meses de reclusão, saímos para passear e fomos até à Ribeira. Fartei-me de resmungar por causa dos barcos da Douro Azul que, pura e simplesmente, tapam a vista do rio – para que raio precisa o Douro de tantos barcos e porque raio têm de estar todos no cais da Ribeira?!?!? – mas, apesar desse pequeno contratempo, foi bom ter visto que o Porto continua a mexer e a transformar-se, pouco a pouco, numa cidade mais colorida e people friendly. As obras na Rua das Flores vão deixar o espaço absolutamente fantástico. 

Subtexto

18 de março de 2014

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Depois de muito ter lido sobre o Frozen, tanto opiniões que o defendem como o filme mais gay da Disney como aquelas que o acusam de tentar "homossexualizar" as crianças, ontem vi o filme. E... ok... é muito giro, sim... mas nem por isso assim tão ''gay evident'' ou potencialmente diabólico. É, isso sim, à semelhança de Brave, um dos filmes mais feministas da Disney. 

Se alguma coisa transpira das suas entrelinhas é que as Princesas da Disney se estão a libertar das amarras de uma sociedade patriarcal e já não precisam do ''happy ever after'' ao lado do Príncipe Encantado. Deixaram de ser frágeis e valem por elas mesmas. O filme transmite uma mensagem que é universal daí que cada um veja o que quer e que melhor lhe encaixa; é um filme que, mais do que ter um subtexto, permite muitas leituras... e todas são válidas. Menos a diabólica, claro...

Mais do que o coming out da Rainha de Gelo como personagem gay o filme acompanha o coming out da Rainha como mulher. Como uma mulher que descobre que não tem porque seguir as regras estipuladas - e que a encarceram entre os limites da moral e dos bons costumes - quando pode ditar as suas próprias leis e continuar, apesar disso, a ser amada e respeitada. A Disney hasteia com esta personagem e com este filme a bandeira da emancipação feminina e ao não se fazer esta leitura - tão expressa a olho nu - então o essencial ficou por entender. 

O problema com o subtexto é que, grosso modo, não existe; uma Rainha só não é sinónimo de uma Rainha gay, não é isso que uma menina vai entender quando vir o filme e em abono da verdade essa leitura é um pouco redutora. O que as crianças vão entender e é esta a mensagem que importa transmitir e perceber, é que não devem temer o que as torna diferentes e que devem ter orgulho em serem como são. Que nem sempre têm de se moldar ao que está imposto e que têm o direito de expressarem todo o seu potencial. Porque só o fazendo poderão encontrar o seu lugar no mundo. 

Em última instância, Frozen é - também - um filme contra o bullying. Mas é, sobretudo, um filme sobre o ''woman power''. A Disney reconhece que uma mulher pode ser Rainha sozinha sem que, para isso, tenha de ser má ou tenha de manifestar o seu poder com base nos modelos masculinos.

Quanto a mim, mereceu o Oscar.

Go the distance

16 de março de 2014

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De férias e amanhã de regresso a “casa” e aos meus homens. A viagem sempre pontuada por uma tensão que só me liberta quando chego...

                      
                                             ... a tua falta ainda não me habituada. 

Louis Vuitton

15 de março de 2014

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Não gastava o meu dinheiro numa mas a inclusão é de muito bom gosto.

Orgulhosamente sós

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Salazar estaria muito orgulhoso do seu séquito, principalmente daqueles que viraram o bico ao prego. Quando todo o mundo – pelo menos o ocidental – pula e avança cá vamos ficando nós para trás, ofuscados pela nossa própria ignorância. Se isto é uma democracia...

Genial Clã

13 de março de 2014

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Blood Orange

12 de março de 2014

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Shakira, shakira

7 de março de 2014

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Enfim, admito, tem a sua piada. 

Spring is coming?

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O que se faz no primeiro dia em que o sol realmente aquece e em que, depois de meses a fio, não cai nesta cidade uma única gota de chuva? Abrem-se as janelas todas e limpa-se a casa como deve ser. Por momentos tive medo de que o cotão ganha-se vida... 

Fui roubar o Ólafur à vizinhança, que é sempre de muito bom gosto. :)