Só há pobre e rico

26 de outubro de 2014

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This is how we walk on the moon

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O que eu gostava mesmo mesmo mesmo de saber é como raio, de repente, estamos a dois meses do Natal. Alguém me explica onde o rais ma parta foi o resto do ano? Mas isto agora é assim? A correr?

Keeping up with Oporto. . .

20 de outubro de 2014

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... ou como me viciei na Rua das Flores...

Rua das Flores Rua das Flores Rua das Flores Rua das Flores Rua das Flores

Havemos de ir a Viana. . .

13 de outubro de 2014

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e a Caminha. E fomos. Against all odds o fim de semana foi sem chuva o que nos permitiu aproveitar bem dos prazeres do Minho. Mar, rio e montanha aliaram-se à simpatia das gentes para nos aquecer o coração... e o estômago. O único senão foram as noites ruidosas da rua onde ficava o nosso Hostel mas, ainda assim, o cansaço por tanta caminhada foi o suficiente para nos tornar um pouco imunes a ele. De resto, recomenda-se. E voltaremos. 


VIANA PAN 2
VIANA COLONIAL VIANA C3 VIANA C 1 Sidónios de Caminha Viana do Castelo Caminha Petisqueira - Caminha VIANA C4 VIANA C 6 VIANA C5

Excalibur

9 de outubro de 2014

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Ó pá... mas esta tudo maluco? Está tudo doido? Tenho imensa pena de que tenham abatido o cão e questiono-me se não haveria outra coisa que pudesse ter sido feita – pôr o cão de quarentena, fazer-lhe exames... whatever – mas se as autoridades competentes, que têm um outro nível de conhecimento sobre o que se está a passar, decidem que o melhor é abater o cão então abate-se o cão. Temos muita pena mas, em caso de dúvida e havendo tantas dúvidas sobre como se processa o contágio entre pessoas e animais e vice-versa, corre-se o menor risco possível e abate-se o cão. Custa? Dói? Custa e dói mas a saúde pública é uma coisa com que não se pode brincar. Espanha aprendeu isso da pior maneira possível.

Mas não é isto que me chateia.

Entendo a emoção que este caso provoca e entendo que os defensores dos animais se tenham insurgido. É natural. É mais natural ainda que entre os que se resignam com o abate e os que estão contra não exista consenso. O que me chateia é este alvoroço todo em torno do abate do cão quando a questão mais pertinente passa completamente ao lado dos que se digladiam nas redes sociais. Há pessoas a morrer. Repito. Há pessoas a morrer. Em África. Morreram já milhares de pessoas e ninguém - ninguém - dos que se indignam com o abate do animal, acrescentou uma frase aos seus comentários para dizer: “e é preciso mandar ajuda urgente e eficaz para África. É preciso ir ajudar aquela gente. Se o cão morreu em vão, então que se evitem outras mortes...” Ninguém.

Isto chateia-me. Solenemente.


Não é que as vidas tenham um valor diferente, toda a vida tem valor e deve ser preservada, mas fico muito preocupada quando a morte de um animal mobiliza e incendeia a consciência das pessoas enquanto a morte de mais de três mil seres humanos lhes é manifestamente indiferente. Parte disto explica-se com a questão da proximidade, o cão estava aqui ao lado... mas o mundo, hoje, é todo aqui ao lado pelo que não há muito por onde justificar isto. O que há é uma atroz falta de bom senso. 

Yes, indeed.

7 de outubro de 2014

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Vistas sobre Lisboa

6 de outubro de 2014

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Fomos ver hoje e é tão bom assistir a cinema português que não tem outra pretensão para além da de contar uma boa história. A Maria do Céu Guerra está absolutamente fantástica. Recomenda-se. Muito.

The perfect family

5 de outubro de 2014

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Tínhamos este filme em lista de espera há bastante tempo e hoje decidimos vê-lo. Primeiro dia de férias e tal e a coisa proporcionou-se. Não é uma obra prima mas é interessante, pertinente e divertido quanto baste. É, sobretudo, verosímil e tem uma ou outra coisa com a qual nos identificamos porque, a seu modo, também nós passámos e/ou passamos por isto no seio da nossa própria família. 

Transparent

27 de setembro de 2014

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O mundo cheio de coisas bonitas para descobrir, para entender. É só deixa-lo interpelar-nos. 

Das histórias ao redor do mundo

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Coisa mai linda!

24 de setembro de 2014

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Os dias em rapsódia

11 de setembro de 2014

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Entre visitas de amigos e passeios pela cidade comemorámos 7 anos de vida em conjunto. Do alto desta pequena montanha olhamos como o sol toca o que antes era escuro. 

A Biblia

3 de setembro de 2014

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Quem não sabe interpretá-la não devia lê-la. 

O que faz falta é animar a malta

24 de agosto de 2014

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Tenho andado de poucas palavras. Engolida pela campanha de regresso às aulas a sensação que este ano me sobra é a de que “been there, done that”. A oeste nada de novo. Vira o disco e toca o mesmo.


Para quebrar um pouco a rotina temos passeado pela cidade. O Porto fervilha, há que ver tudo, experimentar, fazer parte. Sabe tão bem. 

Hummingbird

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Say You Love Me

13 de agosto de 2014

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Sick @ home

5 de agosto de 2014

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Atchim!

Falta de entendimento

28 de julho de 2014

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Eu digo-lhe que nos faz falta uma coisas destas em casa mas ela não acredita. Cá para mim ficava muito bem ao lado da televisão.

Oh well . . .

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Pode-se dizer que está uma bela noite de verão...

Da perplexidade

21 de julho de 2014

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Uma pessoa quase que fica com saudades da cortina de ferro...

Taking a breath

15 de julho de 2014

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Atendi a primeira louca. A época de caça do Regresso às Aulas está oficialmente aberta. 

Os dias felizes

13 de julho de 2014

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Passear contigo, amar e ser feliz...”. 
Assim, como diz a canção. E apaixonar-mo-nos again e again por esta cidade.

How to be a girl

2 de julho de 2014

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Lembro-me sempre daquela cliente que disse ao filho – um miúdo de três ou quatro anos – que não podia levar o livro de fadas com autocolantes porque não eram coisas de que os meninos gostassem.

Perguntei-lhe “E porque não?” Naquele caso em particular até nem eram as fadas que interessavam ao miúdo mas sim as cores vivas do livro; mas e se fossem as fadas que ele queria, porque não? É que isto do “Ah, eu até nem tenho nada contra...”, é muito bonito... desde que sejam os filhos dos outros.


É claro que esta tentativa de normalização é instintiva - é esta a forma como nos procuramos integrar na sociedade – mas é preciso ter cuidado com o que se diz, mesmo que seja sem intenção. Pensar “out of the box” dá muito trabalho e, às vezes, exige esquecermos tudo o que aprendemos. 

O poder castrador dos estereótipos

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Home movies

29 de junho de 2014

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Um belo dia de Outono passado em casa. 

As coisas que nos remexem por dentro

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Bom S. João para quem for de S. João

23 de junho de 2014

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Por aqui já fizemos subir os nossos balões, já rebentámos os nossos foguetes e já apanhámos grande tonha. 

Roller Coaster

14 de junho de 2014

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Canidelo























Fomos à praia pela primeira vez em dois anos e acertámos em cheio no dia. Estava um belo nevoeiro. Tão belo que quase não se via a água. Ainda assim o passeio deu para recuperar energias. Mais do que isso. Foi bom. 

Enquanto isso, o meu pai, que tinha ido a Coimbra por causa de uma dificuldade respiratória deu-se conta – suponho eu – de que as horas do jantar se aproximavam e não esteve com meias medidas: abandonou o Hospital antes do resultado dos exames, meteu-se no comboio de regresso ao burgo e foi jantar, como sempre, ao Centro de Dia. De notar que, para lá, tinha ido de ambulância por cuidado do Centro de Saúde.

Isto deve ser idêntico a ter filhos adolescentes rebeldes... que fazem a última coisa que se espera em situações com que não se contava... 

Caderneta de Cromos [1 e 2]

11 de junho de 2014

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que se responde a uma cliente que nos pergunta se temos livros da Lónel Plánétte?

Ou ao cliente que perguntou a uma das minhas colegas se os nossos livros estão organizados por ordem alfabética de letras?

Rihanna, rihanna

3 de junho de 2014

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Ó rapariga! Tão cabeça no ar que foste à festa em combinação... 
Assim constipas-te...

Deusas da floresta

31 de maio de 2014

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bday present

O que não vale fazer anos para ganhar a Hera por que andava a choramingar há meses! Mas antes recebi um vaso com coentros. Só naquela... 

Norte em contraluz

29 de maio de 2014

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E para não tecer outras considerações sobre o facto de o meu irmão estar em França, deixo isto. Falta-lhe meia dúzia de asneiras mas essas digo-as eu entredentes. É por pouco tempo, é certo, mas o princípio é o mesmo.

 

Todas as famílias são psicóticas

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O título do post é de um livro do Douglas Coupland que li há muitos anos atrás mas de que me lembro amiúde. O livro começa com a matriarca da família a acordar e a rever mentalmente a localização de todos os seus filhos. Sabendo em que ponto do mapa se encontravam e cuidando de que se encontravam bem podia iniciar normalmente o seu dia.

Eu sou um pouco assim. Na verdade sou um pouco pior porque prefiro que as pessoas se mantenham no mesmo sítio. Seguras. De preferência trancadas em casa. Ahahahaha! Just kidding... ou não...

O meu irmão foi a França fazer um trabalho que o manterá por lá, mais ou menos, até ao final do mês que vem. É eletricista e a empresa onde trabalha foi lá fazer uma casa. Esta deslocação no espaço deixou-me um pouco desorientada porque hoje, ao acordar, não fui capaz de o localizar com a rapidez do costume. E tive daqueles sonhos recorrentes – que só tenho quando me sinto inquieta - em que me encontro na eminência de não chegar a tempo ao aeroporto para apanhar um avião. Hoje o sonho incluía-o a ele e estávamos ambos atrasados. Toda uma apoquentação... desnecessária. O rapaz tem 43 anos, sabe cuidar de si e estar em França é bom, é uma aventura. Fico contente por ele, por isso.


Mas sou meio galinha e gosto dos meus pintainhos por perto. Sei que só vou sossegar quando ele regressar. 

28 de maio de 2014

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Quanto mais falta me fazes mais te celebro; mas há dias em que essa exultada glória não é suficiente. Trocava meia eternidade por um gelado se pudesse comê-lo contigo em silenciosa harmonia. E olhar-te. Olhar-te. 

Dark Doo Wop

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Em modo de férias

27 de maio de 2014

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Respirar. A resolução de ano novo era respirar. E tenho respirado. Fundo. Profundamente. Tenho respirado e deixado os cães ladrar. Agora vamos desligar um bocadinho, esquecer o mundo à volta e respirar a sério. Respirar para ganhar balanço. 

Para sossegar . . .

25 de maio de 2014

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que isto de juntar freguesias e alterar o local de voto não está com nada. 
Ou então, para a próxima, consulto o site da Comissão Nacional de Eleições para não andar feita barata tonta de escola em escola... 
... que é para aprender... 

Conchita e os arianos

11 de maio de 2014

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Nem por isso estive interessada no Festival da Eurovisão mas como lá fui parar depois de muito zapping acabei por ficar a ver as atuações finais. Não fiquei muito surpreendida quando ganhou a Conchita mas confesso que – gostos musicais e opções artísticas à parte – fiquei satisfeita com o resultado; sobretudo porque, se servir de amostra, representa uma Europa tolerante e inclusiva. Com Portugal incluído.

Claro que depois estraguei tudo e fui ler os comentários às notícias que, entretanto, foram aparecendo no facebook. É óbvio que sabia ao que ia mas, ainda assim, foi pior do que esperava. Não pelos comentários parvos a tentarem ser engraçadinhos nem pelos declamadores da Bíblia nem pelos defensores de um mundo a preto e branco eternamente a chafurdar na lama da tradição e dos bons costumes mas pelo preconceito dentro da comunidade LGBT. E é sempre esse, mais do que qualquer outro, aquele que mais me choca.

Comentava por lá certa cidadã que a personagem Conchita não dignificava a comunidade e que era, na verdade, promotora de mais antagonismo. Que não nos representava, que nem sequer representava a comunidade Trans (que nem por isso representa porque é Drag) , porque não definia perante o mundo – de uma forma que ele entendesse – aquilo que é: o género com que se identifica, a etiqueta com que se cataloga, o gueto para onde se empurra. Que, no fundo, interpretando livremente as suas palavras, era, para nós, publicidade negativa.

E isto faz-me imensa confusão. O preconceito entre os que são alvo de preconceito é uma ideia que nega à partida toda e qualquer formulação de um pensamento lógico e racional. Pelo menos, para mim e sobretudo quando acho que a personagem Conchita extrapola a questão da identidade sexual e de género e assenta, sobretudo, no direito a ser. Na liberdade de ser.

A Conchita permite muitas leituras e fá-lo intencionalmente. É uma construção inteligente e absurdamente simples mas que, ainda assim, parece não se entender. É uma caricatura mas está tudo lá, mesmo na escolha do nome. É a interpretação de um mundo em que as fronteiras se desvanecem e os horizontes se alargam; onde o que é branco já não é apenas branco – é isso e outra coisa qualquer. A Conchita é a Conchita é a Conchita... ou não. É aquilo que lhe der na real gana. E ninguém tem nada a ver com isso.

Dizer que a Conchita não tem lugar na comunidade é negar a própria comunidade. A Conchita é uma declaração de princípios e não se ser capaz de reconhecer a posição que toma e a mensagem que transmite é ignorar, pura e simplesmente, toda a história da luta pelos direitos Humanos e LGBT e não ser consciente do tanto que custou e ainda custa a quem por eles dá a cara e a vida.

Se reclamamos respeito e igualdade com que legitimidade nos outorgamos o direito de apontar o dedo e dizer “tu és menos do que eu”. És menos gay do que eu, és menos trans do que eu, és menos lésbica do que eu. Menos butch, menos femme, menos macho. És menos puro.


Podemos gostar ou não da interpretação da Conchita, podemos gostar ou não da imagem que decidiu apresentar mas temos que lhe permitir expressar-se. E temos que a apoiar nas suas escolhas, proteger-lhe a retaguarda, dar-lhe um espaço onde ela possa existir abertamente sem ser julgada na sua essência. Para mim a comunidade é isto. Existe para isto. Para nos mantermos de pé como iguais e para nos erguermos exuberantes nos ombros das nossas diferenças. A comunidade é cor e ritmo mas é, sobretudo, aceitação e respeito. Se perdemos isso então perdemos tudo.

Oh Cat, my Cat!

8 de maio de 2014

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Gato da Ribeira

Noutra vida quero voltar como gato da Ribeira. 

Noites Turcas

3 de maio de 2014

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TURCO

É provavelmente o sítio mais decadente da cidade mas nos encanta. Uma vez por ano, pelo menos... que o estômago não aguenta mais.

De Espanha nem bons ventos . . .

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... mas alguns bons livros. Ando meio entusiasmada com este.
É muito provável que, mais tarde, faça umas pipocas para acompanhar isto

Da cidade bonita . . .

2 de maio de 2014

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leitaria da baixa

... e os seus lugares mágicos
O Porto tão vivo e nós com tão pouco t€mpo...