Vamos lá embora!

31 de dezembro de 2014

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Boas entradas em 2015! 
Be proud! Be strong! Be happy!

Amizades potencialmente perigosas

30 de dezembro de 2014

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Hoje pediram-me o “A raposa que ensinou a gaivota a voar”. 
Quis saber se, no fim, a gaivota sobrevive. 

Oh! Oh! Ai!

27 de dezembro de 2014

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Por aqui o Natal foi um pouco extenuante e, thank god, it’s over. Gente, gente e mais gente em modo canibal, sugando-nos as energias e torrando-nos a paciência. Já acabou. Ufa!

Naquilo que interessa foi giro... raspadinhas, boa pinga e coisas para lembrar.


Se isto continuar em modo sprint até à passagem de ano, ficam já os votos de bom 2015. Divirtam-se! Be kind. 

O tipo tem piada

20 de dezembro de 2014

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What If She Wants You

17 de dezembro de 2014

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Making choices

29 de novembro de 2014

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Pecado da gula

26 de novembro de 2014

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Se ela não me tivesse batido nas mãos, em vez da sopa tinha comido este belíssimo pão de espelta todo. Todinho. E não deixava migalha para contar a história. Estava tão bom. Fresquinho e cheiroso... 

Warm On A Cold Night

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Quando o melhor é desligar a TV

22 de novembro de 2014

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Isto da política está quase, quase, quase, tão mau quanto a Casa dos Segredos e programas afins.

Santa Paciência

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Perguntou-me se tínhamos livros da Clarice Listopan e deitou-me um ar reprovador quando questionei: "Listopan?". Que sim, insistiu, num tom que denunciou a crença de que, quase de certeza, não teríamos nada dela. E não é que tinha razão? Rebolei os olhos e encaminhei-o para a estante da Clarice Lispector. 


Outro pediu-me o “Feliz Mente ao Luar”. Quando lhe apresentei o “Felizmente há Luar” duvidou e disse que ia confirmar com a professora. 

Deveres cívicos

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Então é assim: quando eu vos pergunto, queridos clientes da minha livraria, se pretendem factura com número de contribuinte eu espero apenas duas respostas possíveis. Ou sim. Ou não. Nenhuma das abaixo mencionadas é válida:

- Eu não quero que eles saibam o que eu ando a ler;
- Já tenho dois carros, não preciso de outro;
- Ainda ganho o carro e isso é um presente envenenado;
- Ponha aí o da Ministra (é crime, querido cliente, é crime...);
- Eu não sou fiscal das finanças;
- Ui! Eles ainda aumentam os impostos;
- Assim ficam a achar que vivemos acima das possibilidade;
- Eles não merecem;
- Etc, etc, etc...


É que vocês são extremamente chatos! Por um lado acham que têm piada e talvez tenham, à primeira ou segunda vez que ouvimos isso mas... 1 milhão de vezes depois já não há muito por onde rir. E depois, meus queridos clientes, pedir factura não põe o SIS a expiar-vos apenas porque compraram o terceiro volume das “50 Sombras de Grey” para oferecer às vossas mulheres, se tanto apenas entristece o livreiro porque há coisas bem melhores para ler esquecidas nas estantes. Ignorem, portanto, o vosso reportório de frases feitas sobre o assunto e digam “sim” ou “não”. De preferência “sim”, que o País agradece e a nós não nos custa nada.

Fractures

27 de outubro de 2014

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Só há pobre e rico

26 de outubro de 2014

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This is how we walk on the moon

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O que eu gostava mesmo mesmo mesmo de saber é como raio, de repente, estamos a dois meses do Natal. Alguém me explica onde o rais ma parta foi o resto do ano? Mas isto agora é assim? A correr?

Keeping up with Oporto. . .

20 de outubro de 2014

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... ou como me viciei na Rua das Flores...

Rua das Flores Rua das Flores Rua das Flores Rua das Flores Rua das Flores

Havemos de ir a Viana. . .

13 de outubro de 2014

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e a Caminha. E fomos. Against all odds o fim de semana foi sem chuva o que nos permitiu aproveitar bem dos prazeres do Minho. Mar, rio e montanha aliaram-se à simpatia das gentes para nos aquecer o coração... e o estômago. O único senão foram as noites ruidosas da rua onde ficava o nosso Hostel mas, ainda assim, o cansaço por tanta caminhada foi o suficiente para nos tornar um pouco imunes a ele. De resto, recomenda-se. E voltaremos. 


VIANA PAN 2
VIANA COLONIAL VIANA C3 VIANA C 1 Sidónios de Caminha Viana do Castelo Caminha Petisqueira - Caminha VIANA C4 VIANA C 6 VIANA C5

Excalibur

9 de outubro de 2014

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Ó pá... mas esta tudo maluco? Está tudo doido? Tenho imensa pena de que tenham abatido o cão e questiono-me se não haveria outra coisa que pudesse ter sido feita – pôr o cão de quarentena, fazer-lhe exames... whatever – mas se as autoridades competentes, que têm um outro nível de conhecimento sobre o que se está a passar, decidem que o melhor é abater o cão então abate-se o cão. Temos muita pena mas, em caso de dúvida e havendo tantas dúvidas sobre como se processa o contágio entre pessoas e animais e vice-versa, corre-se o menor risco possível e abate-se o cão. Custa? Dói? Custa e dói mas a saúde pública é uma coisa com que não se pode brincar. Espanha aprendeu isso da pior maneira possível.

Mas não é isto que me chateia.

Entendo a emoção que este caso provoca e entendo que os defensores dos animais se tenham insurgido. É natural. É mais natural ainda que entre os que se resignam com o abate e os que estão contra não exista consenso. O que me chateia é este alvoroço todo em torno do abate do cão quando a questão mais pertinente passa completamente ao lado dos que se digladiam nas redes sociais. Há pessoas a morrer. Repito. Há pessoas a morrer. Em África. Morreram já milhares de pessoas e ninguém - ninguém - dos que se indignam com o abate do animal, acrescentou uma frase aos seus comentários para dizer: “e é preciso mandar ajuda urgente e eficaz para África. É preciso ir ajudar aquela gente. Se o cão morreu em vão, então que se evitem outras mortes...” Ninguém.

Isto chateia-me. Solenemente.


Não é que as vidas tenham um valor diferente, toda a vida tem valor e deve ser preservada, mas fico muito preocupada quando a morte de um animal mobiliza e incendeia a consciência das pessoas enquanto a morte de mais de três mil seres humanos lhes é manifestamente indiferente. Parte disto explica-se com a questão da proximidade, o cão estava aqui ao lado... mas o mundo, hoje, é todo aqui ao lado pelo que não há muito por onde justificar isto. O que há é uma atroz falta de bom senso. 

Yes, indeed.

7 de outubro de 2014

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Vistas sobre Lisboa

6 de outubro de 2014

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Fomos ver hoje e é tão bom assistir a cinema português que não tem outra pretensão para além da de contar uma boa história. A Maria do Céu Guerra está absolutamente fantástica. Recomenda-se. Muito.

The perfect family

5 de outubro de 2014

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Tínhamos este filme em lista de espera há bastante tempo e hoje decidimos vê-lo. Primeiro dia de férias e tal e a coisa proporcionou-se. Não é uma obra prima mas é interessante, pertinente e divertido quanto baste. É, sobretudo, verosímil e tem uma ou outra coisa com a qual nos identificamos porque, a seu modo, também nós passámos e/ou passamos por isto no seio da nossa própria família. 

Transparent

27 de setembro de 2014

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O mundo cheio de coisas bonitas para descobrir, para entender. É só deixa-lo interpelar-nos. 

Das histórias ao redor do mundo

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Coisa mai linda!

24 de setembro de 2014

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Os dias em rapsódia

11 de setembro de 2014

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Entre visitas de amigos e passeios pela cidade comemorámos 7 anos de vida em conjunto. Do alto desta pequena montanha olhamos como o sol toca o que antes era escuro. 

A Biblia

3 de setembro de 2014

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Quem não sabe interpretá-la não devia lê-la. 

O que faz falta é animar a malta

24 de agosto de 2014

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Tenho andado de poucas palavras. Engolida pela campanha de regresso às aulas a sensação que este ano me sobra é a de que “been there, done that”. A oeste nada de novo. Vira o disco e toca o mesmo.


Para quebrar um pouco a rotina temos passeado pela cidade. O Porto fervilha, há que ver tudo, experimentar, fazer parte. Sabe tão bem. 

Hummingbird

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Say You Love Me

13 de agosto de 2014

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Sick @ home

5 de agosto de 2014

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Atchim!

Falta de entendimento

28 de julho de 2014

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Eu digo-lhe que nos faz falta uma coisas destas em casa mas ela não acredita. Cá para mim ficava muito bem ao lado da televisão.

Oh well . . .

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Pode-se dizer que está uma bela noite de verão...

Da perplexidade

21 de julho de 2014

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Uma pessoa quase que fica com saudades da cortina de ferro...

Taking a breath

15 de julho de 2014

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Atendi a primeira louca. A época de caça do Regresso às Aulas está oficialmente aberta. 

Os dias felizes

13 de julho de 2014

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Passear contigo, amar e ser feliz...”. 
Assim, como diz a canção. E apaixonar-mo-nos again e again por esta cidade.

How to be a girl

2 de julho de 2014

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Lembro-me sempre daquela cliente que disse ao filho – um miúdo de três ou quatro anos – que não podia levar o livro de fadas com autocolantes porque não eram coisas de que os meninos gostassem.

Perguntei-lhe “E porque não?” Naquele caso em particular até nem eram as fadas que interessavam ao miúdo mas sim as cores vivas do livro; mas e se fossem as fadas que ele queria, porque não? É que isto do “Ah, eu até nem tenho nada contra...”, é muito bonito... desde que sejam os filhos dos outros.


É claro que esta tentativa de normalização é instintiva - é esta a forma como nos procuramos integrar na sociedade – mas é preciso ter cuidado com o que se diz, mesmo que seja sem intenção. Pensar “out of the box” dá muito trabalho e, às vezes, exige esquecermos tudo o que aprendemos. 

O poder castrador dos estereótipos

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Home movies

29 de junho de 2014

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Um belo dia de Outono passado em casa. 

As coisas que nos remexem por dentro

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Bom S. João para quem for de S. João

23 de junho de 2014

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Por aqui já fizemos subir os nossos balões, já rebentámos os nossos foguetes e já apanhámos grande tonha. 

Roller Coaster

14 de junho de 2014

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Canidelo























Fomos à praia pela primeira vez em dois anos e acertámos em cheio no dia. Estava um belo nevoeiro. Tão belo que quase não se via a água. Ainda assim o passeio deu para recuperar energias. Mais do que isso. Foi bom. 

Enquanto isso, o meu pai, que tinha ido a Coimbra por causa de uma dificuldade respiratória deu-se conta – suponho eu – de que as horas do jantar se aproximavam e não esteve com meias medidas: abandonou o Hospital antes do resultado dos exames, meteu-se no comboio de regresso ao burgo e foi jantar, como sempre, ao Centro de Dia. De notar que, para lá, tinha ido de ambulância por cuidado do Centro de Saúde.

Isto deve ser idêntico a ter filhos adolescentes rebeldes... que fazem a última coisa que se espera em situações com que não se contava...