Supreme

26 de junho de 2015

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Foi e continua a ser um dia bastante negro. A estupidez humana... este ensaio para a guerra enfurece-me e assusta-me. Não sei nem que mundo nem que Europa se está a desenhar mas, so far, não gosto nada, mesmo nada, do que vejo. Em todos os aspectos. Ao menos tempo não consigo deixar de sentir que estamos todos a ser manipulados e que os interesses que se movem nos bastidores destes actos terroristas são ainda mais macabros do que os atentados em si... mas isto são conversas com muito pano para mangas e sem muita possibilidade de conclusão lógica. Confesso que temo chegar a uma conclusão.

Não tivesse sido um dia tão negro e estaria absolutamente extasiada com o que aconteceu hoje nos Estados Unidos. Foi um small step para a humanidade mas, ainda assim, um passo possante. É um previlégio estar viva para assistir a isto. 

Patti Smith

5 de junho de 2015

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Ontem vimos a Patti Smith no Primavera Sound.
Há coisas que sabemos, imediatamente, que nunca iremos esquecer. 

Irlanda!

23 de maio de 2015

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Podemos discutir até que ponto é legitimo que uma maioria decida sobre os direitos de uma minoria - apesar de tudo, o referendo da Irlanda deixa essa questão no ar - mas, hoje, felizmente, podemos também fazer o elogio dessa maioria.

Hoje podemos, sobretudo, celebrar, com ovação em pé, a capacidade que a população da Irlanda teve para, no curto espaço de vinte anos, alterar a sua mentalidade. Para melhor. Em consciência. Com orgulho.


Sinto-me contente! Muito, mesmo. 

Em pulgas. . .

22 de maio de 2015

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para saber o resultado do referendo na Irlanda!


A ter uma overdose disto

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So good!

Qual "50 sombras", qual quê?

19 de maio de 2015

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A páginas tantas, depois de tanto desconcerto... comovemo-nos. O que nos desconcerta ainda mais... porque o que parecia ser, afinal, não é. 

Next best thing

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Bom... não querendo diminuir os acontecimentos de ontem em Lisboa e em Guimarães, o puto da Figueira da Foz pode continuar a ser batido porque Portugal já não está a ver...


Vejamos o que nos mobiliza durante a semana que vem.

Honras de Estado

14 de maio de 2015

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O Primeiro Ministro do Luxemburgo casa-se amanhã com o companheiro. Não creio que, para pena dos radicais extremistas da luta anti-gay, o Luxemburgo desapareça da face do planeta mas, a haver visitas oficiais à Rússia, a coisa é capaz de ser interessante... 

O que ela anda a cantarolar por estes dias

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Mas por isto vale a pena esperar

13 de maio de 2015

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Boas notícias para quem leu “O Preço do Sal”. Para mim, que vou a meio, também são. 

(Consta que a Internet anda aos saltos porque a Lady Blanchet respondeu que took a walk on the real wild side "many times" quando lhe perguntaram se este papel era a primeira incursão nas lides LGBT.)

So what?

Quem ainda não viu, não sei do que está à espera. . .

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Vontade de fazer as malas. . .

7 de maio de 2015

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Há um mês a viagem começava assim. Que saudades temos.
(Ver no vimeo para better quality.)

My heart belongs to Gerês

16 de abril de 2015

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Nem sei como vos conte porque há coisas que só se entendem realmente quando experienciadas. Não sei como vos falar do cheiro sem que vos leve pela mão até à parte galega do Gerês e vos guie por entre a urze ou me embrenhe convosco pela Mata da Albergaria e nos faça perder, sem medo, pelos seus bosques de carvalhos milenares.
Não sei como vos falar do silêncio. É um silêncio entrecortado pelo barulho dos pássaros e pela presença constante de cursos de água mas silêncio, ainda assim. Um “silêncio” que não fere nem invade mas que nos envolve e sossega.
Não sei como vos falar da aspereza poética das montanhas, nem dos caminhos íngremes e estradas de sonho que as percorrem e da vontade que nos assola de nunca mais as deixar. De como nos sentimos tão pequenos perante tal imponência mas tão orgulhosos por ela ser nossa.
Não sei como vos falar da doçura das gentes, dos seus rostos curtidos pelo sol, das suas mãos ásperas pelo cajado que orienta os animais, do seu olhar que esconde dor e cansaço mas que ainda consegue sorrir-nos.
Não sei como vos falar da pureza da água, dos seus tons de verde e azul e de como a sua persistência ao longo do tempo esculpiu na rocha piscinas naturais para onde, apesar do frio, nos apetece mergulhar só porque sensação mais bela não deve haver.
Não sei como vos falar da exuberância do verde das árvores e da vegetação nem da força do azul das albufeiras nem de como paisagens lunares – de montanhas completamente despidas – davam lugar, na curva a seguir, a bosques de contos de fadas.
Não sei como vos falar desta coisa por dentro que, de repente, esquece a cidade e a sua impessoalidade e encontra sentido. Que, com maravilha, sente que está no momento em que deve estar, absorvendo a vida, e não nesse constante trânsito entre estados de alma.

E não consigo falar-vos da tristeza que nos toma na partida porque ainda a sinto. É agridoce, delicada, porque carrega em si a promessa e a certeza do regresso. É que vimos muito mas muito ficou ainda por ver. É preciso uma vida inteira para absorver o Gerês por isso, não percam tempo. Ide. Mas cuidado, podeis não querer voltar.  

Já voltamos

4 de abril de 2015

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Foto: Universidade do Minho


























Vamos só ali espreitar o Gerês.